segunda, 26 de junho de 2017

Shrimp & Grits, ou grits de milho com camarões cajun

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Pouco falei aqui sobre minha viagem de férias de fevereiro. Em parte porque a ideia é colocar tudo no novo site que está por vir. Mas também porque, pra entrar aqui, tem que ser uma receita. E eu simplesmente não tinha arrumado tempo para planejar e testar receitas que fossem condizentes com as delícia que comi em New Orleans, por exemplo.
Cada restaurante ou café no qual comemos naquela cidade foi completamente perfeito. E comemos bastante, tudo que nossa barriga conseguia aguentar. Eu fiquei altamente frustrada, inclusive, por não conseguir encaixar mais comida no estômago depois de algum tempo. Aquele brownie de chocolate belga do Who Dat Coffee, por exemplo… merecia ser comido mais do que apenas duas vezes.

Shrimp and grits, uma receita tradicional do sul dos Estados Unidos, pode ser chamada de camarões com grits de milho

Shrimp and grits, uma receita tradicional do sul dos Estados Unidos, pode ser chamada de camarões com grits de milho
Um dos pratos que eu decidi reproduzir em casa foi o Shrimp & Grits com tempero cajun. Comemos essa belezinha em um mercado estilo feirinha de negócios locais. Vou explicar melhor: é um local privado que reúne diversos pequenos negócios juntos, de comida em sua maioria. Chama-se St. Roch Market e fica em Bywater – uma área que tem sido renovada nos últimos anos na cidade.
Parece que a ideia do local era voltar a ser uma grande feira estilo mercadão municipal, oferecendo frutas, legumes, produtos locais. Mas a renovação daquele galpão acabou trazendo outra proposta: lá, você encontra diversos pequenos negócios de comida e bebida. Pense em food trucks, mas sem os carros.
Tinha desde exemplares da culinária tradicional creole e cajun, do sul americano, como ceviche e burgers. Sr. Namorado acabou com um sanduíche, mas é claro que eu insisti em manter meu paladar na culinária local. Pedi com o Fete au Fete o Nola Trio, com três exemplares de comidas deliciosas e tradicionais. Um deles era o incrível shrimp & grits.

Shrimp and grits, uma receita tradicional do sul dos Estados Unidos, pode ser chamada de camarões com grits de milho

Shrimp and grits, uma receita tradicional do sul dos Estados Unidos, pode ser chamada de camarões com grits de milho
Gostoso é pouco pra esse prato. Claro que é diferente, afinal nosso prato comum de comida não costuma incluir esses grits – que eu só consigo descrever como uma papinha de farinha de milho com queijo. Grits é bem específico para vender lá e eu não encontrei por aqui. Mas o mais próximo disso é a canjiquinha (xerém) e foi o que eu usei para reproduzir o shrimp & grits.
Os camarões são temperados com tempero cajun que comprei por lá, que é uma mistura já pronta, mas é possível fazer o seu: 2 colheres de sopa de páprica defumada, 1/2 colher de sopa de pimenta preta, 1/2 colher de sopa de pimenta branca, 1/2 colher de sopa de alho em pó, 1/2 colher de sopa de cebola em pó e 1/4 colher de sopa de pimenta caiena. Ou menos se você preferir, ou mais, calibre do seu jeito!

Shrimp and grits, uma receita tradicional do sul dos Estados Unidos, pode ser chamada de camarões com grits de milho

Shrimp & Grits, ou grits de milho com camarões cajun
Receita daqui, com adaptações.
Rende: 4 porções

Grits
1 xícara (200g) de canjiquinha (xerém, essa aqui ó)
2 xícaras (500ml) de água ou caldo de legumes
2 xícaras (500ml) de leite integral
+ água ou caldo se necessário
1 colher de sopa (25g) de manteiga sem sal, gelada
1 colher de chá de sal
100g de queijo minas padrão, ralado (ou queijo cheddar de corte, americano)

Camarões
4 colheres de chá do tempero cajun acima, já misturado
400g de camarões limpos, sem casca, só com o rabinho
1 cebola média, picada
2 colheres de sopa (50g) de manteiga sem sal
160g de creme de leite fresco (com 35% de gordura)
cebolinha ou cebolete fresco, picado

1 – Comece preparando os grits. Em uma panela alta, leve para ferver a água (ou caldo) e o leite. Acrescente o sal e, quando ferver, acrescente lentamente a canjiquinha mexendo com uma colher enquanto ela cai na água. Mexa bem pelos primeiros minutos, para que a canjiquinha não embolote.
2 – Deixe cozinhar em fogo baixo por uns 10 minutos, até que a canjiquinha esteja cozida. Se o líquido secar nesse meio tempo, acrescente mais água ou caldo aos poucos, uma colher de sopa de cada vez.
3 – Por último, adicione a manteiga em pedaços e o queijo. Desligue o fogo e misture bem com uma colher para derreter a manteiga e o queijo. Reserve com a panela tampada enquanto prepara o camarão.
4 – Em uma frigideira bem grande, refogue a cebola na manteiga em fogo baixo, até ela amolecer, uns 3 minutos.
5 – Adicione os camarões, colocando um do lado do outro, e aumente o fogo pro médio. Adicione o tempero, espalhando por todos os camarões em uma chuvinha. Doure os camarões por 1 minuto de cada lado.
6 – Quando estiverem douradinhos, acrescente o creme de leite e misture com uma espátula ou colher de madeira. Cozinhe por uns 3 minutos, até que o creme de leite engrosse e vire um molho. Prove e tempere com sal a seu gosto. Nesse finalzinho, você pode ligar o fogo da panela dos grits para esquentá-los novamente.
7 – Para montar o prato, coloque uma boa colherada (ou duas) de grits no prato e dê uma balançadinha para que ele espalhe e forme uma caminha para os camarões. Sirva pelo menos uns 8 a 10 camarões por prato – depende do tamanho dos seus, claro! Depois derrame umas duas colheres do molho por cima. Espalhe cebolinha ou cebolete por cima e sirva seu prato de New Orleans, feito com aquele jeitinho brasileiro.

É claro que minha reprodução humilde de shrimp & grits jamais irá se comparar ao que o Fete au Fete fez. Ele usou camarões locais, linguiça caseira, grits moídos por ele mesmo e queijo cheddar que só vende por lá. Mas é um jeitinho pra que eu fique menos agoniada pra voltar o mais rápido possível – pra comer ainda mais, claro.

Shrimp and grits, uma receita tradicional do sul dos Estados Unidos, pode ser chamada de camarões com grits de milho
Dicas:
– Se encontrar queijo cheddar de corte, americano, na sua cidade, use ele para ficar bem tradicional. Não use cheddar cremoso nem aquele cheddar já fatiado, de hambúrguer, pois não fica bom. Melhor usar o queijo minas padrão mesmo.
– A versão “original” tem bacon, ou linguiça, mas eu fiz sem. Se quiser o bacon, é só saltear ele puro, na frigideira, até cozinhar bem, depois retire da frigideira e use a própria gordura do bacon para cozinhar a cebola – omita a manteiga nesse caso, senão vai ser uma bomba de gordura. Quanto de bacon? Quanto seu coração mandar.
– O ideal é usar o creme de leite fresco pois ele vai ferver, mas eu já fervi o creme de leite de caixinha em outras receitas e nunca talhou. Eu tranquilamente usaria nesta aqui em caso de necessidade.

sexta, 07 de outubro de 2016

São Paulo: o que eu vi e comi por lá

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Mais uma vez São Paulo. Nessas férias, quis economizar uma grana, mas não queria ficar em casa todos os dias. Queria ver mais. E em São Paulo, sempre dá pra ver mais. Ainda mais se você, como eu, viajar para comer. Esse é meu propósito na maioria das viagens atualmente. Quase não compro coisas, mas economizo com fervor para gastar comendo ou comprando coisas para comer ou cozinhar depois.
Nessa viagem para Essepê, fui em uns lugares muito bacanas que compartilhei pelo Instagram ou pelo Stories do insta. Se você ainda não me segue lá, tá perdendo! Aliás, o que vocês preferem? Stories ou Snapchat?
Enfim, queria mostrar pra vocês um pouco da viagem. Vamos junto!

Lojas e passeios

Feira Benedito Calixto: ela é bem tradicional e famosa na cidade. Minha impressão geral foi que é mais um passeio bacana do que efetivamente comprar coisas. A não ser que você esteja procurando algo vintage bem específico ou uma velhacaria decorativa. Achei interessante a feirinha alternativa no galpão ao lado da feira, com coisinhas como sabonetes caseiros, brinquedos educativos e roupas de pequenos produtores.
Praça Benedito Calixto, Pinheiros.

Galeria do Rock: eu nunca tinha ido, acreditem se quiser. E Sr. Namorado nunca se sentiu tão em casa quanto lá. O primeiro andar recheado de tênis, meias, camisetas e produtos ligados ao basquete fez ele delirar. Penso em um dia fazer uma tatuagem ali, alguém recomenda alguma das lojas?
Avenida São João, 439.

Museu de Arte Moderna de São Paulo: no Parque Ibirapuera no domingo, você pode contemplar a juventude moderna, os skates, as batalhas de hiphop improvisadas e exposições no museu. Não necessariamente nessa ordem. Gostei muito da exposição que está lá atualmente, O Útero do Mundo. Se der tempo, visitem!
Parque Ibirapuera, Moema.

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Loja Bondinho: na falta de tempo e também sem a intenção de gastar muito dinheiro, eu só visitei uma loja de produtos para confeitaria. Achava que a Bondinho seria maior, mas ainda sim é uma grande loja com produtos muito bons e diferentes. Fiquei impressionada com a quantidade de produtos da Callebaut, e há a vantagem de ter tanto utensílios quanto perecíveis. Não sei, mas em Brasília geralmente perecíveis só em supermercado. Achei importados específicos da Wilton que não encontrava por aqui e, também, os famosos bicos russos que estão dando o que falar atualmente. Recomendo uma visita, dá pra descer na estação Vila Madalena e ir andando até lá, são uns 15 minutos de caminhada (mas é descida então tá tudo certo! Hahaha).
Avenida Pompéia, 1795.

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Restaurantes e comidinhas

Riconcito Peruano: nem me lembro mais como encontrei esse restaurante, acho que foi em algum blog de comidas em São Paulo. Mas foi um achado – literalmente. A entrada é uma portinha minúscula sem placas, com uma escada esguia, que leva ao restaurante lotado de gente. Não ache que vai vir pouca comida. Eu e Sr. Namorado nos arrependemos de duvidar do restaurante. Uma entrada e um prato serve muito bem duas pessoas, confiem, só ver pelas fotos. O ceviche de salmão é uma delícia! Há uma caixinha com oito alfajores no caixa que todo mundo levava, então nada mais justo do que eu levar também. É gostoso e sem sabor de conservantes, por um preço justo. Vale a pena provar!
Rua Aurora, 451 (procure pelo número, porque não tem NADA indicando que é lá, só uma moça simpática que fica na porta para receber as pessoas, mas se você estiver distraído vai achar que é só uma pessoa na rua).

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La Vie en Douce: eu viajo mil kms pelo bolo de coco desse lugar, ok? Então, sim, sempre vou visitar quando eu for em SP. E o que eu sugiro? BOLO. DE. COCO. Compre congelado, eu acho que é melhor ainda, mais molhadinho impossível. Mas se quiser comer outras coisas, o quadradinho wafer de gianduia é o favorito do meu migo.
Rua da Consolação, 3161.

Casa Mathilde: o que dizer desse lugar que conheço pouco e já considero pacas? A casa de doces portugueses tem mais ou menos umas 20 opções de comidas no balcão, entre pastéis de clara, tortas de biscoito, croissants, trufas e, claro, pastéis de belém! A não ser que você tenha foco ou um estômago grande, tem que voltar outros dias pra provar tudo. Muito bom! Vá em pelo menos um pastel de belém, é claro, e prove a torta de biscoito que o Sr. Namorado achou o melhor de todos.
Praça Antonio Prado, 76.

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Espaço Kazu: uma das várias casas de lamen e comidas orientais da Liberdade, apaixonei por lá porque tem um buffet de saladas frias à vontade se você pedir um prato quente, ou pagar R$ 10 com um prato frio. Tudo muito saboroso. Os donburis são bem servidos e tudo acompanha um missô. Vale a pena para conhecer algo além de sushi. Recomendo o oyakodon, sempre, uma maravilha! No andar de cima, tem os lamens.
Rua Thomaz Gonzaga, 84/90.

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A Casa do Porco Bar: o lugar é especializado em – vocês adivinharam – carne de porco. Tentamos sempre escolher algo diferente e inusitado do cardápio, mas dessa vez não tinha como. Tudo era ~diferentão~. Fomos na indicação do garçom com o torresmo com goiabada picante e o porco de san zé, e estava mara! A casa é mais cara, mas comparado com os preços de casas caras de Brasília, achei bem ok. Ficou uns 60 por pessoa. Tomamos o incrível refrigerante caseiro de gengibre e caramelo, que diz o garçom que entrará pro cardápio em breve. Eu espero, porque era INCRÍVEL!
Rua Araújo, 124.

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Por um Punhado de Dólares: blogueiros e vlogueiros já tinham comentado desse café e eu fiquei super afim de ir, na minha busca incessante pelo melhor moccha da minha vida. Ainda mais quando o lugar diz que o café lá é “amargo como a sua vida”. Gosto da proposta. O ambiente é do jeito que eu curto e o moccha era realmente muito bom. Servido numa xícara normal, sem frescurinhas de taça transparente e camadas separadas. No fim das contas, vai tudo pra dentro mesmo. E é bom que esteja gostoso, como estava.
Rua Nestor Pestana, 115.

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Joakin’s: a hamburgueria foi sugestão da leitora querida que encontrei em SP, a Angela. Fomos juntas experimentar. Gostei bastante da carne do meu hambúrguer, que veio com o centro bem suculento e ainda vermelho. A quantidade de cheddar era obscena.
Rua Joaquim Floriano, 163.

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Athenas: fui lá com a querida Gi do Receitas de Minuto, onde eles são dog friendly na área externa e ela pode levar o Capitão Dallas. Aliás, entramos em lojas com ele! Olha, vocês paulistas estão de parabéns, porque em Brasília é uma frescura sem tamanho. Não pode nem em área externa na maioria dos lugares. Me poupe. O Athenas tem muitas opções no cardápio. Fomos de sanduíches, pedi um Sartorini e não esperava a monstruosidade no tamanho do prato. Muito bem servido pelo preço!
Rua Augusta, 1449.

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Agora vocês perguntam: Ju, e aquela dieta? Não sei o que é isso quando eu viajo. De certa forma, gosto de pensar que não tá tão ruim, já que eu caminho uns 15 mil passos por dia em SP. Agora vou voltar firme e forte, decidida no elíptico. Minha nutri que me aguarde!
Se quiserem saber algo sobre minha viagem, perguntem que terei o maior prazer em responder. E na próxima ida a SP, que tal um encontrinho de leitoras? :)

Ju Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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