terça, 15 de agosto de 2017

Faça em casa: “Ovo” vegano de linhaça

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Aí eu inventei de fazer um cupcake vegano no fim de semana. Por que? Sou vegana? Não. Prefiro comidas veganas? Não exatamente. Tinha ingrediente sobrando? Também. Num geral, minha motivação é sempre “fiz pois estava afim”.
Como tinha linhaça sobrando em casa, juntei o útil ao desejo e comecei fazendo esse famoso ovo de linhaça que roda a internet.

Ovo de linhaça vegano
Ele é um substituto em receitas que levam ovo para criar a liga e estrutura que o ovo traz para receitas assadas. Ou seja, ele funciona melhor em bolos, cupcakes, até panquecas funcionam já que vão “assar” na frigideira.
O porém? Seu resultado final tem um leve gosto de sementes – ora, você está usando sementes, né. Queria o quê? Hahaha. Mas eu aviso porque acho engraçado essa nossa vontade de comer algo, mas não ter o sabor desse algo ali. “Tem gosto de manteiga né?”, ué, foi feito com manteiga. Achou que ia ter gosto de quê, abacaxi?

Então, para fazer o ovo de linhaça é muito simples, mas seguem algumas dicas.

“Ovo” vegano de linhaça
Substituto de ovo em receitas veganas
Rende: o correspondente por 1 ovo na receita

1 colher de sopa de linhaça, moída
2 1/2 colheres de sopa de água filtrada

1 – É só misturar os dois em um potinho. Pronto, hahaha.
2 – No entanto, tem dicas: você tem que esperar um pouco e mexer pra ajudar a linhaça a formar uma gosminha com a água. Eu também optei por esquentar um pouco a mistura no microondas e isso ajudou a ficar mais gosmentinho ainda. Se ficar aguado demais, não faz direito o papel da liga na massa. Então, 7 a 10 segundos na potência alta do microondas já ta bom. Mexa novamente quando remover e espere esfriar completamente antes de usar.

Não tentei esse ovo com farinha de linhaça. Eu tinha linhaça inteira aqui, e usei meu moedor de café que também mói grãos para fazer uma farinha com a linhaça. Mas como podem ver pelas fotos, não fica bem FARINHA. Ficou mais pedaçudinho.
Na próxima é tentar com farinha mesmo e ver se a liga ocorre da mesma forma.
Esse “ovo” de linhaça fica levemente gosmento, se você pegar um pouco do líquido entre os dois dedos. Deve ser isso que simula efetivamente o ovo, porque parece um pouco as claras.
Algumas receitas indicam você testar até encontrar a quantidade certa de água pro preparo que você estiver fazendo. Algumas dizem que é 3 colheres de sopa pra 1 de linhaça, outras colocam só 2 colheres de sopa de água. Eu tentei com 3 e com 2 1/2 e achei que era melhor com menos. Na próxima vez, tentarei reduzir ainda mais pois achei que podia ficar mais gosmento ainda hahaha.

Ovo de linhaça vegano
Agora vamos usar muito isso em receitas por aqui, o que acham? Vocês sempre me pedem sugestões de receitas veganas, e agora vai ter sim. Aguardem!

E você, é vegano? Ou só experimentador da cozinha? Já fez ovo vegano? Tem outros tipos além do de linhaça, qual você fez? Manda a receita!

segunda, 09 de janeiro de 2017

Faça em casa: suspiros, e os desejados suspiros arco-íris

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Desde que conheço o Sr. Namorado, tem algumas coisas que eu sei dele praticamente desde que conversei com ele a primeira vez e que são imutáveis.
1) ele abomina coco e manga
2) ele não curte Camaros
3) ele ama basquete
4) ele é alérgico à camarão

Já são quase seis anos de namoro, mais alguns de amizade, e pensei que já tinha tudo bem certo sobre ele nesses aspectos. Até ele resolver ir na alergista um tempo atrás.
Explico: ele já teve duas reações alérgicas – sendo uma delas levemente assustadora – na academia, quando o corpo está mais ativo, e em nenhuma delas ele consumiu camarão. Assumíamos que era alergia de poeira, que ele também tem, mas não faria muito sentido já que ele varre o chão de casa numa boa. Ele decidiu voltar para continuar o tratamento de alergia e talvez decifrar o mistério.
Foi aí que nossas convicções foram ao chão. Com os testes, a médica não apenas descartou a alergia à camarão como ainda disse com veemência que ele tem forte alergia à… coco. WTF. Dá urticária e tudo mais.

Suspiros caseiros
Tive um misto de incredibilidade e alegria ao mesmo tempo. Sério que você pode comer camarão?! Mas, tem certeza? Porque ele já teve uma reação alérgica à camarão que o levou ao hospital quando era pequeno. Pode uma pessoa “perder” a alergia? Essa médica é confiável? Perguntei isso tudo pra ele. Ele disse que ela foi categórica: você não tem alergia à camarão.
Bem, não sei se vocês sabem, mas camarão é minha comida favorita. Sempre foi frustrante encontrar um prato incrível com camarões e não poder compartilhar com ele. Essa notícia fez meu coraçãozinho palpitar com um mundo de possibilidades.
Mas será?! Foram muitos anos com essa convicção. Então decidimos colocar à prova – especialmente, antes de viajar para New Orleans onde 80% dos pratos é constituído de camarão, ou qualquer subproduto dele.

Pois bem. Colocamos nosso plano em prática.
Nesse sábado passado, eu fiz um risotto de camarão, coloquei em uma marmita plástica qualquer e marchamos eu, Sr. Namorado e Freddie para a porta de um hospital em Brasília para comer.
Fui o caminho todo perguntando “tem certeza?”, “ta tranquilo?”. Ele dizia que estava muito calmo, mas eu conheço a figura. Ele estava com cagaço. Mas fomos. Estacionei na frente da emergência, desliguei o carro e peguei a primeira garfada com um camarãozinho inteiro. “TEM CERTEZA?” eu perguntei uma última vez enquanto ele abria a boca, e ele respondeu “VAI LOGO”. Pronto. Uma, duas, três garfadas, todas caprichadas no camarão. Lá pela 9ª garfada, ele disse que não queria mais. Estava sentindo um fuzuê no estômago. Falei “tem queijo aqui, é a sua intolerância”. Ele respondeu “sei não”.
Esperamos. Uns 15 minutos depois, ele pigarreou. “Garganta ta coçando”. Pegou o flash do celular e ficou olhando a garganta no espelho. “Ta inflamada?”, pra mim, não estava. Ele repetiu que estava coçando. Busquei água pra ele. Freddie não entendia nada, mas estava ganhando carinho no colo do pai, então tudo bem.
Mais 15 minutos e ele diz que está enjoado. Repeti que era a intolerância. Uns minutos depois e ele diz para irmos embora, que estava tudo bem.
No caminho, paramos na farmácia para comprar algo para o enjoo. Volto pro carro e ele sai: “Talvez seja melhor tomar o anti alérgico”, e vai comprar. É o cagaço falando mais alto. Ele pergunta se as costas dele estão com placas, mas não estão. “Ta vermelho?”, “sim, mas você coçou né”, “hmmm, é”.
No caminho de volta, cruzamos com um casal saindo de um carro que eu, leiga em veículos automotivos, considero legal, mas não faço ideia de qual é. Eu digo “carro bonito” e ele responde “é um Camaro. É horrível”. Convicção número 2, check.
Mais pra frente, ele me assusta com um “AMOR!”, e eu “O QUE?” já pensando que ele está tendo um piripaque. “Acho melhor voltarmos pro hospital e esperar mais um pouco”. Ok, retornamos. Ficamos mais 20 minutos na porta da emergência. Nada acontece, além dele assistindo vídeos de basquete no Instagram. “Caso sejam as últimas imagens que eu vou ver, pelo menos é basquete”, ele diz. Convicção número 3, check.
Viram como algumas coisas lá de cima não mudam?
Passa-se um tempo e ele diz “acho que já da pra ir pra casa mesmo, ta tudo bem, só to enjoado”. Eu continuo afirmando que é a intolerância à lactose do queijo no risotto, mas ele diz que é um enjoo diferente, e que a irritação da garganta passou pelo estômago. Ele tem quase certeza que ainda tem a alergia, mesmo que em menor proporção.
“Mas, qualquer coisa, fica ligada de madrugada caso eu te cutuque pra você me trazer pro hospital antes que eu morra”, ele diz com voz tranquila. É como concluímos a noite.
Uma das razões pelas quais eu amo esse rapaz é que, no fim das contas, ele nunca perde o senso de humor.

Suspiros caseiros
Finalmente, uma das mais pedidas do Instagram do blog: suspiros arco-íris. Na verdade, é uma receita de suspiros mesmo, comuns, mas vou ensinar também a fazer os suspiros de arco-íris que fizeram tanto sucesso no IG.
Suspiros eram uma das coisas mais misteriosas pra mim na cozinha, acreditem se quiser. Eu tentei algumas vezes fazer, sem muito sucesso, até entender que o motivo estava na minha pressa.
Suspiros precisam de paciência e calma. São quase ensinamentos da vida: pare de ser agoniado, tenha calma, pra que viver com tanta pressa?, as melhores coisas chegam aos poucos.
Para ter suspiros perfeitos, o ideal é deixar que sequem no forno depois de desligar durante a noite. Vá dormir e coma no dia seguinte. Eles vão estar definitivamente crocantes, por fora e por dentro. Aliás, segundo meu professor francês de confeitaria, é assim que era feito nas confeitarias de Paris que ele trabalhava: as fôrmas de suspiros ficavam secando a noite toda, em cima dos fornos, enquanto eles assavam outras coisas.

Passo a passo de suspiros arco-iris

Suspiros arco-iris
Também descobri que suspiros têm muitas personalidades – assim como as pessoas que encontramos na nossa vida. No Brasil, suspiro bom é o suspiro crocante, não é? Bem, lá fora, nos EUA por exemplo, eles gostam de suspiros crocantes por fora, mas moles por dentro. Daqueles que quando mordemos, dá uma liga nos dentes. Se você curtir esse tipo, é só assar menos tempo e também não deixar secando dentro do forno durante a noite.

Faça em casa: suspiros
Bonus: suspiros arco-íris
Rende: 40 suspiros

1 clara de ovo
70g de açúcar refinado ou de confeiteiro (não é o impalpável!)
corantes em gel ou em pó, das cores que desejar

1 – Vamos fazer um merengue francês, que é o tipo de merengue sem calda de açúcar e sem aquecer a mistura. Sem calor nenhum. Pra começar, garanta que a tigela da sua batedeira está incrivelmente limpa, sem absolutamente nenhum vestígio de gordura. Uma forma de garantir isso é passar um pouco de suco de limão na tigela e limpar com um papel toalha, isso remove gorduras num piscar de olhos. Se algum traço de gordura estiver ali, a clara não vai bater perfeitamente e atingir todo o volume que ela pode atingir, podendo às vezes nem mesmo bater em neve. Além disso, prepare seu forno: o pulo do gato do suspiro é que ele não assa, ele seca. Portanto, para ter um suspiro perfeito é preciso assá-lo em um forno muito, muito ameno, por longos períodos. Eu só tive sucesso pleno assando eles a 50˚C por 1h40. É, eu sei, uma eternidade. Mas foi assim que eles não racharam, não perderam a cor e ficaram totalmente crocantes, dentro e fora. Inclusive, os melhores suspiros das minhas fornadas foram os que eu deixei secar dentro do forno de madrugada, depois de assados e com o aparelho desligado.
2 – Coloque a clara na tigela e comece a bater, na velocidade mínima a princípio. Se você tiver aquelas batedeiras que só tem uma velocidade – a “ligada”, hehehe –, comece batendo com um fouet, até que a clara quebre um pouco. Depois, pode ligar numa velocidade mais acima, mas ainda não a média. Aos poucos vamos aumentando a velocidade, para que mais e mais ar seja incorporado à clara.
3 – Quando ela estiver espumando bastante, comece a colocar o açúcar em chuva, derramando lentamente sobre a clara. A consistência vai mudar e, então, coloque na velocidade média. Deixe bater assim por uns 30 segundos.
4 – Depois de 30 segundos, ligue a batedeira na velocidade alta. Se você tiver uma KitchenAid, eu coloco na 8. Agora é bater e bater como se não houvesse amanhã, até que forme picos firmes e brilhosos. O ponto certo é quando você levantar a pá da batedeira e ele formar um pico, mas com uma ponta que cai sob si mesma no mesmo instante.
5 – Quando chegar a esse ponto, pare e adicione o corante de sua preferencia, mas necessariamente ou em gel ou em pó. Não use o líquido, pois o merengue é muito delicado e sua estabilidade pode sumir se você adicionar coisas muito líquidas a ele. Bata novamente para incorporar a cor, ou mexa com uma espátula. Eu faço os dois, só pra garantir.
6 – Coloque o merengue em um saco de confeitar com o bico de sua preferência – seja criativo! Dá pra fazer de TODOS os formatos possíveis – e faça os suspiros em uma fôrma coberta com uma folha de papel manteiga. Leve para assar em forno pré-aquecido a 50˚C por pelo menos 1h30, depois vá checando! Eles estão prontos quando desgrudarem totalmente do papel e o interior estiver sequinho (coma uns para testar hahaha!).
7 – Para os suspiros arco-íris: abra um saco de confeitar grande dentro de um copo pra te ajudar a apoiar, assim como na foto. Separe as cores do arco-íris em corante em gel, preferencialmente. Com um palito de churrasco (ou um hashi de sushi, se você tiver hahaha) para cada cor, é só melecar as laterais do saco de confeitar, fazendo um traço do bico (que já deve estar lá no fundo, encaixado) até a borda aberta. Faça uma cor de cada vez, deixando um espaço mais ou menos uniforme.
8 – Preencha o saco imediatamente com o merengue e faça seus suspiros. Os primeiros vão sair muito mais fortes do que os outros, porque a cor está pouco usada dentro do saco. Se quiser um tom mais pastel nas cores, é só continuar fazendo os suspiros que mais pra frente eles ficam menos vibrantes já que o corante começa a acabar. Asse normalmente, como indicado acima.

Passo a passo de suspiros arco-iris

Dicas:
– Aqui no nosso Brasilzão, o suspiro que gostamos e estamos acostumados é o que é totalmente crocante, dentro e fora. Mas lá fora, pelo que pesquisei, o ideal para eles é um suspiro crocante por fora e com o centro ainda “melecado”. O resultado ao comer é um crocante que depois é substituído por um grude no dente. Eu gostei dessa segunda opção, então fiz dos dois. Para chegar ao resultado que vou apelidar de “gringo”, é só tirar os suspiros do forno um pouco antes.
– Uma dica que aprendi no curso de confeitaria e que mudou minha vida: você pode fazer mil merengues, um em cima do outro, sem precisar lavar a tigela daquele restinho que sobrou do anterior depois de raspas com a espátula. Só talvez fique levemente colorido de um pro outro, dependendo da cor que você colocar.
– Se você tiver um termômetro de forno, ajuda bastante!
– Se o seu forno não chega à temperaturas tão baixas quanto 50˚C, você pode ligar no mínimo possível e deixar a porta entreaberta com uma colher de pau enquanto assa os suspiros. Não é o ideal, mas funciona!
– Polvilhe coisiquinhas por cima deles, como pedacinhos de biscoito e granulados que não derretem no forno.

E você, qual seu suspiro favorito? O brasileiro ou o grudentinho?

Juliana Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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