segunda, 16 de janeiro de 2017

Picolés de cappuccino

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Banner da parceria entre Cupcakeando e Café do Sitio.

Em nome das camisetas adoráveis da Coffee Crop, que recebi do Café do Sítio, sai usando a do café no sangue. Nesse dia, o Sr. Namorado olhou bem profundamente pra camisa e me disse “você nem toma tanto café assim, mulher”.
Eu iniciei um debate porque tomo, sim, um monte de café por dia. Nada próximo das quantidades que ele toma, isso é verdade – Sr. Namorado toma 4 espressos e várias xícaras de café coado por dia, se estiver disponível. Mas eu devo dizer que tomo bem umas duas xícaras cheias de café por dia, se juntarmos todas as vezes. Isso, pra ele, é pouco. Mas pra muita gente que só toma uma xicrinha de 20ml por dia, eu estaria enquadrada em viciada.

Picolés de cappuccino

Picolés de cappuccino
Na verdade, eu sou viciada em café. Houve um tempo, mais ou menos no meu segundo ano do ensino médio, quando eu era uma pequena gafanhota de 16 aninhos, que eu tomava com facilidade uma garrafa inteira de café por período do dia. Não na escola, pois não ficava disponível, mas em casa ou no reforço escolar de tarde… era batata.
Não me esqueço da semana que passei estudando para a prova final da escola, quando ou eu tirava 80 em matemática ou eu reprovava. Eu sentei na mesa de jantar de casa com uma garrafa de café enorme que foi reabastecida umas 2 vezes. Somente na tarde.

Picolés de cappuccino
Só que chegou um dia que eu tive uma dor sinistra na barriga e não soube dizer o motivo. Ela passou, eu nem fui ao médico por ela, mas algo me apontou um alerta. Talvez as quantidades de café estivessem um pouco acima do saudável. Achei que pudesse ser um princípio de gastrite, sei lá. De qualquer jeito, parei de tomar tanto. Na verdade, praticamente eliminei café da vida (tive um breve período de chá gelado para compensar minha vontade imensa de cafeína, mas com o tempo também parei pois aí tive medo das proporções de açúcar na bebida).
Por fim, cheguei a como estou hoje. Tomo umas duas xícaras de café cheias por dia, bem espaçadas entre si, e me sinto tranquila com meu estômago. Busco cafés de boa qualidade e sabor intenso, como o Café do Sítio, porque sinto que estou aproveitando melhor esses momentos do que tomar um café meia boca.
Então, sim, eu me sinto no direito de usar a camisa da Coffee Crop. Me deixa.

Picolés de cappuccino
Rende: 8 picolés pequenos

300ml de leite ou água fervente
6 colheres de sopa de preparo para cappuccino do Café do Sitio
1/4 xícara de creme de leite fresco, bem gelado
1 colher de sopa de açúcar impalpável
2 colheres de sopa (30g) de açúcar

1 – Ferva o leite ou água com o açúcar. Quando o leite subir ou a água borbulhar, desligue o fogo. Acrescente na mesma panelinha o preparo para cappuccino e misture bem até dissolver tudo. Reserve um tempinho para que esfrie.
2 – Enquanto isso, bata o creme de leite fresco bem gelado com a colher de açúcar impalpável até obter chantilly. Cuidado pra não virar manteiga. Reserve na geladeira.
3 – Agora é a hora de montar: preencha mais ou menos 3/4 de cada fôrma de picolé com o cappuccino, depois complete com o chantilly batido. Deixe um leve espaço porque você ainda vai encaixar o palito de picolé (algumas fôrmas trazem um de plástico, outras você precisa usar aqueles de madeira, comprados em lojas de confeitaria e até de artesanato). Como o creme de leite batido fica bem consistente, já dá pra encaixar o palito.
4 – Depois é só levar para gelar por pelo menos 2 horas (se forem pequenos, se estiver repetindo essa receita com picolés maiores, deixe mais tempo) e se esbaldar!

Eles derretem rápido assim que saem da geladeira, então é pra consumir como o The Flash. Mas isso é ótimo, porque afinal eles são tão saborosos que todo mundo vai querer um e rapidinho acabam! :D

Picolés de cappuccino
Para esse verão, não tem nada melhor do que começar o dia com um picolé de cappuccino, ao invés de sentir o quente da bebida descendo a garganta. Não nesse calor, né?

E você, numa escala de 0 a 10, quanto você gosta de café?

Ju Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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