quarta, 24 de agosto de 2016

Cupcakes de torta de Bis

29 Comentários

Minha vó materna foi uma figura muito importante na minha vida. Ela ajudou minha mãe a me criar durante parte da minha infância e, basicamente, me ensinou grande parte do que eu entendo como amor em família. Minha vó era meu exemplo.
Entre as pequenas coisas que eu guardo na memória sobre ela – aquelas situações comuns vividas no dia a dia, que insistem em às vezes passar como se fossem filme em nossa mente –, eu me lembro de uma com exatidão.

Foto do cupcake de torta de bis
Era uma tarde quente, como são todas em Nilópolis, Rio de Janeiro, e o lanche da tarde devia estar prestes a sair na casa da minha vó. Minha mãe e minha vó estavam sentadas nas cadeiras da mesa minúscula da cozinha que cabia exatas três pessoas apertadas. A cozinha ficava na parte dos fundos da casa pequena e simples que minha vó vivia. Enquanto isso, uma de minhas tias lavava parte da louça. Havia um diálogo emotivo sobre qualquer pequena coisa que faltava resolver no lugar – qualquer fato besta que nós sempre transformávamos em algo maior do que deveria. Meu primo voltava com pão francês a pedido da família.
Minha vó puxava o copo (é, café no copo de vidro mesmo) para perto de si. Tirava uma lasca do pão e molhava no líquido negro. Deixava uns pingos caírem de volta e comia. Encerra a imagem na minha mente.

Foto do cupcake de torta de bis

Foto do cupcake de torta de bis
No entanto, não sai esse cheiro da minha mente. A lembrança ficou armazenada no meu nariz. Toda vez que me lembro dessa cena, imediatamente sinto o cheiro de pão molhado no café quente. Um cheiro singular, único pra mim, e que não consigo não associar imediatamente com a imagem da minha vózinha.
Um amigo, quando lhe contei que gostava de pão molhado no café, achou um pouco nojentinho. E eu nunca tinha parado para avaliar de que maneiras esse hábito poderia ser estranho, porque pra mim sempre foi algo muito, muito normal. Afinal, minha vó fazia. Depois do comentário dele, eu parei para pensar que, realmente, não faz muito sentido comer pão molhado no café.

Foto do cupcake de torta de bis
Mas a nossa memória afetiva é mais forte do que a lógica, em alguns momentos. Em tempos de dieta, eu evito pão e café, só periodicamente. Só que sempre que tenho essa imagem, e esse cheiro no nariz, eu fico com vontade de correr pra casa da mamãe atrás de pão francês e café quente. Sei que por lá sempre tem. Lá tem um pouquinho da minha vó, na minha mãe.

Cupcakes de torta de Bis
Rende: 14 cupcakes
Receita dos confins da internet, mais de 10 anos atrás. Infelizmente não acho mais o autor, pra poder dar um beijo forte nele.

1ª camada

1 lata ou caixinha de leite condensado
285ml de leite (ou 1 medida da lata de leite condensado)
3 gemas
1 colher de chá de extrato de baunilha

2ª camada
1 xícara (237ml) de leite
3/4 xícara de chocolate em pó (ou 1/2 xícara de cacau + 6 colheres de sopa (70g) de açúcar)
Bis, muito bis

3ª camada
3 claras
4 colheres de sopa de açúcar
1 caixa de creme de leite
Mais Bis

1 – Faça cada camada de uma vez. Deixe a primeira e a segunda prontas para montar os cupcakes, e só depois de montados prepare a terceira, para não perder o ar incorporado nela.
2 – Comece batendo todos os ingredientes, menos a baunilha, da primeira camada no liquidificador, ou em uma batedeira. Leve a mistura ao fogo em uma panela, mexendo como se fosse um brigadeiro até engrossar. O ponto certo é quando a mistura cobre a espátula. Retire do fogo e acrescente a baunilha, misturando bem. Reserve.
3 – Para a segunda camada, basta misturar tudo em uma panela e também levar ao fogo até ferver. Espere ela esfriar antes de montar.
4 – Para montar, coloque as forminhas de papel na fôrma de metal. Despeje uma ou duas colheres de sopa do creme da primeira camada em cada forminha. Dê umas batidinhas com a fôrma na bancada para que o creme se nivele. Depois, cubra com uma colher de sopa da calda de chocolate da segunda camada, garantindo que ela está cobrindo toda a superfície do creme.
5 – Quebre vários Bis em cima dessa camada. Pode caprichar, seja feliz. Bis é vida.
6 – Leve a fôrma para a geladeira enquanto você prepara a terceira camada: bata as claras com o açúcar até o ponto de neve. Depois, acrescente o creme de leite e misture com uma espátula, fazendo movimentos envolventes e tomando cuidado para não desinflar tudo.
7 – Quando estiver bem misturado, retire a fôrma da geladeira e cubra cada cupcake com uma ou duas colheres de sopa da terceira camada. Nivele como puder e decore com mais Bis quebradinho. Leve para gelar no congelador por pelo menos 2h, para que tudo fique bem firme. Depois coma uns 4 ou 5 seguidos, como eu fiz.

Essa receita é minha xodó de caderninhos de receitas. Eu a encontrei nos confins da internet, há muitos anos atrás, em um blog que tinha muitos gifs animados e coloridos. Lembram desses? Tentei localizá-lo novamente mas não encontrei. Embora tenha achado receitas semelhantes em outros, eu não coloquei o link para elas porque não eram a original maravilhosa que eu encontrei por aí.
Que bom que anotei essa receita no papel. Ela é a favorita do meu melhor amigo, então a guardo para fazer em ocasiões especiais que o envolvam.

Foto do cupcake de torta de bis
Como podem ver, ela não tem muita regra – coloque uma ou duas colheres de sopa, ou mais, ou menos, você que manda! – e é claro que ela era de torta de travessa. Mas eu tomei a liberdade poética de testar em uma fôrma de cupcake, com os papéis, e deu muito certo! Ou você também pode fazer em forminhas de silicone, também testei nessas e ficou show.
Claro que esse cupcake tem que ficar no congelador antes de servir. E assim que servido, o ideal é que seja consumido em no máximo 15 minutos, porque os cremes começam a derreter e, pessoalmente, a graça dele é estar bem geladinho entre camadas. Tenha foco na comida e coma rápido (para poder comer mais)!

O que vocês têm como memória afetiva e alimentícia?

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  1. Angela Rodrigues Lustosa
    24 de agosto de 2016 - 10:15

    Bom diaaa Ju sua linda!!!! Não agüentava mais esperar por receitas no blog haha. Com certeza vou fazer essa o mais rápido possível.
    Eu tenho uma memória alimentícia muito gostosa,quando eu tinha uns 9 anos,minha mãe comprava uma espécie de “salgadinho de churros” eram mini churros muito gostosos dentro do pacotinho. Hoje em dia eu não acho mais,porém só de pensar,já sinto o gosto.
    Beijos linda,obrigada pelo post.

    • 28 de setembro de 2016 - 01:07

      Angela, não sei se é o mesmo, mas aqui em Brasília é bem comum um mini churros nas festinhas… mas são feitos em máquina, sabe, pra revender. Não vem em saquinho no mercado não.

  2. Otacilia
    24 de agosto de 2016 - 10:32

    Tenho exatamente a mesma recordação … Lendo seu texto, cheguei a chorar sentindo o mesmo cheirinho, do café no copo de vidro, molhando o pão francês …
    Parabéns pelo belíssimo texto, que me levou de volta à minha infância!
    Bjo

    • 28 de setembro de 2016 - 01:08

      Otacilia, que bom que gostou e te comoveu… aqui é difícil segurar lágrimas também quando lembro da minha vózinha. :)

  3. Lia Domingues
    24 de agosto de 2016 - 12:12

    Então…
    A memória olfativa “fica” no nosso cérebro primitivo, também chamado de reptiliano, por ser o mais básico.
    http://www.cerebromente.org.br/n05/mente/limbic.htm
    E por mais que o tempo passe, essa memória sempre será a mais pungente e forte.
    A que traz lágrimas nos olhos, sabe?

    É bom ter lembranças como essa.

    Beijos!

    • 28 de setembro de 2016 - 01:09

      Lia, está tudo explicado. Obrigada pela informação! Gosto muito de ler essas partes científicas da nossa existência :)

  4. Denyse
    24 de agosto de 2016 - 12:58

    Juliana, eu também via adultos da minha família molharem o pão no café; eu também fazia isso! Nunca mais, depois que cresci, vi coisa igual e nem me lembrava mais! Sabe que agora, pensando bem, também achei meio nojento? Essa história me fez sentir saudade da minha tia, toda vez que lanchava na casa dela me engasgava com café, de tanto que ria. Também comeria um cinco desses, só pra passar a nostalgia que se instalou em mim.

    • 28 de setembro de 2016 - 01:10

      Denyse, é isso, hoje eu penso que parece nojentinho, mas, sei lá, ta na memória que é normal, então é normal. Vó que ensinou. :)

  5. Eliene
    24 de agosto de 2016 - 14:51

    Não se aflita!!
    Ja passei dos 60 e aguardo essas mesmas imagens!
    Ainda hoje, de quando em vez, me pego molhando o pãozinho quentinho no café também. rsrs
    Adorei esta receita

  6. Valeria
    24 de agosto de 2016 - 14:56

    Olá, lindo seu cupcake. Na foto aparece uma 2a. Camada quase da espessura da primeira, que é praticamente um brigadeiro. Então acho que não entendi direito essa 2a. Ferve o leite com o chocolate em pó e faz uma calda. Molha em cima da primeira e pica o bis em cima? Entao esse marrom q a gente vê na sua foto parecendo um brigadeiro preto é só bis picado? Desculpe pela dúvida acho que meio boba. Grata.

    • 28 de setembro de 2016 - 01:11

      Valeria, são três camadas e a do meio é a calda de chocolate. Ela não fica como brigadeiro, ela fica mais dura que um brigadeiro. Você coloca ela e pica o bis por cima, sim, forma uma camada de chocolate com o bis, bem gostosa. Beijos!

  7. Juliana
    24 de agosto de 2016 - 21:03

    Eita, que receita maravilhosa! Tô só acumulando no meu caderninho de “receitas para fazer” tantas opções lindas. <3

  8. Fran
    25 de agosto de 2016 - 09:35

    Nossa Jú…
    Parece maravilhoso, e aliás como tudo no seu blog!
    Será que vc poderia me ensinar a tirar essas fotos,
    na qual vc destaca o cupcake principal e embaça o fundo
    do cenário? São fotos lindas! Me ensina, por favor?
    É algum app?
    Beijos…

    • 28 de setembro de 2016 - 01:12

      Fran, isso é a lente que eu uso. Uma lente com abertura maior (ou seja, que chegue até 1.4 por exemplo), causa esse efeito de desfocado no fundo. Eu planejo fazer um post sobre meu material fotográfico e, quem sabe, falar um pouco sobre fotografia de comida aqui também. :)

  9. Andréa Tertuga
    25 de agosto de 2016 - 16:44

    Oi prima Ju, suas lembranças são parecidas com as minhas e em especial nesta época são as que mais me marcam.
    Fique emocionada quando li este texto rico com cheirinho de saudades. Nesta semana olhando pela minha janela me deparei com a brecha da Janela do quarto da casa de vovó e mesmo que não estivesse mais da mesma forma minha memória me levou naquele lugar e meu coração viajou por lembranças gostosas tais como ela nos ensinava com olhar e atitudes que eram de sua caracteristica natural de ser…Seus paninhos bordados por suas próprias mãos com todo cuidado em lavar, engomar e passar.
    São estas lembranças que a cada dia nos fazem felizes.
    Um grande beijo prima.
    Sdds.

    • 28 de setembro de 2016 - 01:14

      Prima, a vovó foi um anjinho que tivemos durante muito tempo aqui na Terra e que agora cuida de nós em outros planos. Seja nas memórias ou onde quer que esteja, dependendo das nossas crenças. As lembranças ficam aqui pra que a gente tenha em mente tudo que ela nos ensinou, sempre. Saudades não faltam. Mas vamos tomar aquele café com pão que ela gostava, pra matar a saudade :)

  10. Nalige Zanin
    26 de agosto de 2016 - 09:19

    Bom dia Ju !!! Casa de vó é a recordação mais gostosa que se tem!
    Flor me tire uma duvida,o segundo creme não coloca nada pra engrossar ele?
    Beijo

    • 28 de setembro de 2016 - 01:15

      Nalige, não! Ele engrossa só um pouco, e não é pra ficar grosso mesmo não… ele forma uam camada mais dura do que cremosa :)

  11. Michelle
    26 de agosto de 2016 - 21:22

    Ué, eu não vejo problemas em molhar o pão no café. Eu adoro pão francês com manteiga com sal molhado no café com leite quentinho. Tão bom :3

  12. Larissa Marques de Oliveira
    26 de agosto de 2016 - 22:32

    Eu tenho algumas boas memórias! Uma delas é pão caseiro….ainda mais quando minha mãe fazia com ervas! O cheiro era maravilhoso e perfumava a casa toda!

  13. Adriana Capelloza
    07 de setembro de 2016 - 23:24

    Juliana, para mim pão molhado no café combina e eu adoro. Há quem ache deselegante. Eu acho tudo de bom! Quanto à memória afetiva, olfativa e alimentícia, nada supera o cheiro e o sabor do pão e da rosca doce que a minha avó fazia e que comíamos ainda quente, passando manteiga Aviação. Nas férias escolares eu ia para Marília e à tarde nos reuníamos para tomar café. Minha avó, as duas filhas e os três netos ainda crianças, juntos, à mesa da cozinha e saboreando essas delícias tão singelas. O tempo passou, os netos hoje estão na faixa dos 48-50 anos, minha avó já sei foi e não nos reunimos mais. Herdei o gosto de fazer pão e acho que faço relativamente bem, mas nada que se compare aos pães da minha avó Rosa. Guardo com carinho essas lembranças.

    • 28 de setembro de 2016 - 01:29

      Adriana, todas essas lembranças ficam pra sempre na nossa memória, né? Acho gostoso relembrar. Uma sensação boa. :)

  14. 06 de dezembro de 2016 - 07:34

    […] 02. Cupcakes de Torta de Bis […]

  15. Francis Kühl
    13 de fevereiro de 2017 - 12:50

    Oii Juliana, tenho uma pergunta sobre essa receita… Vou fazer, e depois vou transportar e vai ficar umas 3-4 horas fora da geladeira. Será que tem problema?
    Obrigada, é muito mais sucesso para você :)

  16. Francis Kühl
    13 de fevereiro de 2017 - 12:53

    Oii Juliana, tenho uma pergunta sobre essa receita… Vou fazer, e depois vou transportar e vai ficar umas 3-4 horas fora da geladeira. Será que tem problema?
    Obrigada, é muito mais sucesso para você :

    • 03 de março de 2017 - 21:59

      Francis, esse cupcake não dura nem uns 30 minutos fora da geladeira, infelizmente. Ele é bem delicado, tem que ser servido imediatamente :)

  17. Luana
    24 de junho de 2017 - 20:47

    Lendo esse post bateu o quanto a minha vó materna ira fazer falta para mim quando ela partir, minha avó paterna eu não tenho muito contato mas com a materna com toda certeza eu tenho e muito, eu nunca tive coragem de literalmente conversar com minha avó tipo falar do dia a dia mas sinceramente eu nem quero falar do dia a dia eu já convivo com ele querendo ou não enfim.
    A receita aparenta ser DELICIOSA sério bateu uma vontade de comer parece que eu sinto a cremosidade dentro da minha boca.

    • 01 de julho de 2017 - 16:54

      Luana, vá e fale com sua avó. Não precisa falar do dia a dia, não precisa desabafar, pode falar até mesmo da panela no fogo cozinhando o arroz. Mas fale. No futuro vai fazer falta cada segundo que vc não teve com ela. Aproveite!!

Ju Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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