sexta, 13 de novembro de 2015

Bolo invertido de abacaxi

19 Comentários

Era um belo dia de novembro e eu estava bonitinha no meu trabalho, fazendo minhas tarefas. Então, batem à porta. Era minha colega do outro setor, me chamando com certa urgência. “Tem um cachorro de rua ali fora, ele está precisando de ajuda”, ela disse. Aí me pegou, né.
Eu tenho uma queda tremenda por animais. Às vezes, e talvez na maior parte das vezes, gosto mais deles do que de seres humanos. Sr. Namorado sabe que eu sempre, SEMPRE vou querer parar o carro se eu ver algum cachorro na rua, ou algum gatinho indefeso. Já parei o trânsito pra uma jabuti atravessar a rua, sério. Minha colega sabe e deve ser por isso que me chamou.

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Peguei a maçã que eu tinha de lanche, cortei e fui ver se eu conseguia, ao menos, dar comida pro bichinho. Geralmente, cães de rua são tão judiados que eles fogem de qualquer humano, então eu nunca tinha conseguido sequer me aproximar de qualquer cachorro abandonado.
Mas esse era diferente. Ele estava no meio do estacionamento de brita, a alguns metros. Assobiei e chamei, “ei garoto!”, já esperando que ele fosse bater em disparada para a pista. Mas gente, não. Ele veio. Mansinho, com o rabo baixo, mas abanando. Eu abaixei, para ficar no nível do olhar dele e ofereci a maçã.
Quando ele chegou perto, eu vi o estado do bichinho. Cheio de sarna, com a pele do focinho até o peito toda esfolada, praticamente carne viva. Magro como um esqueleto. Mesmo assim, ele não quis a maçã. Ele empurrou ela pro chão e passou a cabeça na minha mão. Estava dizendo: “Só preciso de carinho”.

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Aí eu contive toda a vontade absurda de morrer de chorar e me afastei um pouco, afinal era sarna. Mantive ele por perto com ajuda de outros colegas e liguei para o abrigo que eu conhecia. Eles não faziam mais resgate, eu teria que levá-lo até lá e eram uns bons 40km de carro. Perguntei pra dona do abrigo: “Mas não é perigoso? Digo, ele está com sarna” e ela respondeu: “Olha, todos nós que trabalhamos com resgate estamos constantemente expostos a isso. É um risco que corremos. Você pode não fazer nada pra se preservar ou você pode salvar a vida dele, aí é contigo”. O que vocês acham que Juliana fez?
Óbvio, né. Botei uns jornais de qualquer jeito no carro, abracei ele (ele chorou demais quando tentei levantá-lo de outro jeito) e coloquei lá dentro. Pedi pra chefe pra ir, sequestrei o Sr. Namorado no caminho e lá fomos levar o cachorro pro abrigo.

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Aí está ele, cansado mas relaxado no ar condicionado do carro. Foi o caminho inteiro na maior tranquilidade, dormindo. Não resisti, e fui fazendo carinho nele. Dane-se a sarna, já tinha abraçado ele mesmo. Ele merecia amor e carinho antes de qualquer coisa. Dei uns petisquinhos do Freddie, que ele comeu calmamente. Quase um lorde.
Deixamos ele no abrigo, onde eles iriam dar um banho de sarna, tratá-lo e, com sorte, salvá-lo arranjando uma adoção bem bacana.
Eu queria levar ele pra mim, mas atualmente não tenho condições. Sr. Namorado me conteve. Mas já imaginei ele 100% saudável, recuperado e feliz, brincando com o Freddie num gramado bem amplo, apenas muito agradecido pelo carinho e amor, que foi como ele me recebeu desde o primeiro momento.

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Juro que estou tentando esquecer esse cãozinho, mas a reação dele com a maçã me tocou demais e fico torcendo para que a gente se encontre de novo. Nós, humanos, precisávamos aprender muito mais com a simplicidade dos animais.

Bolo invertido de abacaxi
Rende: um bolo em uma fôrma de 25cm de diâmetro, com 5cm de altura
Receita pela linda, maravilhosa, eterna rainha dos bolos Rose Levy Beranbaum, com adaptações.

1 abacaxi bem maduro
4 colheres de sopa (57g) de manteiga
1/2 xícara + 1 colher de sopa (120g) de açúcar mascavo
3 gemas grandes
1/2 xícara (120ml) de leite (ou iogurte)
1 colher de chá de extrato de baunilha
1 1/2 xícaras (150g) de farinha
3/4 de colheres de chá de fermento
1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio
1/4 de colher de chá de sal
3/4 de xícara (150g) de açúcar
9 colheres de sopa (130g) de manteiga
100g de ameixas secas sem caroço, picadas

1 – Corte seu abacaxi em rodelas da grossura de um dedo mindinho, mais ou menos. Se não sabe como descascar um abacaxi – eu não sabia –, tem esse vídeo muito útil no Youtubil. Depois, mantenha as rodelas em um papel toalha para ir removendo o máximo de umidade que puder. Aproveita o suco pra outra coisa!
2 – Em uma panela pequena, derreta as 4 primeiras colheres de sopa de manteiga. Assim que derreter, retire do fogo e acrescente o açúcar mascavo. Misture para umedecer o açúcar e despeje tudo na fôrma que você vai assar o bolo. Espalhe pelo fundo em uma fina camada, com calma e cuidado. Se ficar um buraquinho aqui e ali, emende com um tantinho de nada de açúcar.
3 – Posicione as rodelas de abacaxi na fôrma como mostrado nas fotos. Uma no centro e as outras em volta, e vá recortando as rodelas para que encaixem direitinho. Os buraquinhos que ficarem, preencha com os pedaços de abacaxi que sobrarem. Reserve enquanto faz a massa do bolo.
4 – Ligue seu forno em 175˚C. Em uma tigela pequena, misture as gemas com um pouco do leite. Acrescente a baunilha e reserve.
5 – Em sua batedeira, coloque todos os ingredientes secos peneirados: farinha, fermento, bicarbonato, sal e açúcar. Misture bem tudo junto.
6 – Acrescente a manteiga aos secos e bata na velocidade mínima. Aos poucos, adicione o leite enquanto bate. Sim, vai parecer que ta tudo errado, mas é assim, calma gente. Bata por 1 minuto na velocidade média para incorporar tudo. Pare e limpe as laterais da tigela com uma espátula e bata por mais 30 segundos.
7 – Adicione aos poucos a mistura das gemas e bata por mais 1 minuto e meio na velocidade média. Estamos desenvolvendo um pouco mais de glúten que o normal, porque o bolo precisa de mais estrutura, e menos “foficidade”.
8 – Por último, adicione as ameixas picadas e misture tudo com uma espátula. Coloque delicadamente a massa sobre as rodelas de abacaxi e espalhe com uma espátula para nivelar.
9 – Leve para assar por 40 minutos, ou até que o topo esteja firme e num tom marrom claro – cor de bolo pronto! A calda de açúcar provavelmente vai ter subido um pouco nas laterais e estará borbulhando, então cuidado ao retirar do fogão.
10 – Para desenformar, deixe o bolo uns 10 minutos quietinho na fôrma, depois passe uma faquinha nas laterais e apoie a travessa onde o bolo vai ficar na fôrma. Gire de uma vez só, sem medo! O bolo deve se soltar tranquilo, mas se ficar algum pedaço de abacaxi preso na fôrma, não faz mal nenhum, é só pegar com uma espátula e colocar no bolo de volta.

O melhor é servi-lo assim que desenformar, ainda morno/quente. Aliás, o único jeito de desenformar esse bolo é quentinho. Sirva com uma bola de sorvete de creme, tipo esse aqui.

bolo_abacaxi_invertido2
Se você, como eu, tem uma queda por animais e quiser colaborar com o abrigo que eu o deixei, veja aqui como ajudar. Qualquer um pode doar qualquer quantia. E quem mora no Distrito Federal (DF) ainda pode ajudar com doações de mantimentos, remédios e jornais nas feiras de adoção que eles promovem todos os sábados, na 108 Sul. Eles também organizam mutirões no abrigo para limpeza do local, para ajudar os peludinhos. S2
Essa história já tem alguns dias e eu não peguei sarna, apesar de até beijar o focinho desse cachorro no carro. Então eu só posso crer que foi um plano divino para que eu o ajudasse e ele me ajudasse – me dando esse exemplo de vida.

Você já resgatou um cão? Resgataria nessa situação? Pense bem, eles precisam da nossa ajuda!

  1. Barbara
    13 de novembro de 2015 - 09:46

    Que lindo Ju! Parabéns pela atitude! Também sou louca por animais e faria o mesmo! Precisamos de mais pessoas assim no mundo! Mais amor puro e sincero como só os animais sabem transmitir! A receita é maravilhosa, com certeza vou testar!!! Beijos

  2. maira
    13 de novembro de 2015 - 09:47

    Linda história, Ju!
    Ainda bem que Deus colocou você no caminho do cachorro – ou ele no seu caminho ;)

  3. Pâmella
    13 de novembro de 2015 - 09:48

    Tenho uma amor muito grande por bichinhos… tenho dois cachorros que adoro beijar, todos acham que sou louca, mais quer saber, sou mesmo, mais de amor por eles, porque quando chego cansada e extressada do trabalho, eles são os únicos que vem falar comigo, então, sim, eles merecem toda atenção que eu possa dar…

  4. Lilian
    13 de novembro de 2015 - 11:18

    Ju, você é um anjo!
    Sempre estou por aqui lendo seus posts, mas é a primeira vez que comento.
    Já adorava seu blog e agora gosto ainda mais pela história de hoje!

    Há 08 anos resgatei um vira-lata abandonado em uma praia. Ele era filhotinho, mas ia morrer sem cuidados, estava cheio de pulgas e vermes… Hoje é o cachorrinho mais feliz e perfeito que já vi! (mãe coruja… rsrs)
    Amanhã, se tudo der certo, eu e minha mãe vamos adotar um cachorrinho que foi resgatado essa semana. Parece que ele foi espancado (quem tem coragem de fazer isso?) e teve que retirar um olhinho… =//
    Se tudo correr bem, amanhã teremos 03 cachorrinhos resgatados (rsrs). O outro é um poodle que foi abandonado pela família, pois estava infestado de pulgas…

    Que o cachorrinho resgatado por você fique muito bem e ache logo uma família com muito amor. =))
    Beijos

    • 17 de novembro de 2015 - 10:53

      Lilian, que bom que o mundo tem pessoas como você! Parabéns pelas adoções, aposto que todos estão muito felizes :) Mande fotos dos peludinhos pra mim!

  5. Bianca
    13 de novembro de 2015 - 11:26

    Adivinhou! Tenho um abacaxi madurinho em casa e já sei como usar!!! ♥

  6. Morganna
    13 de novembro de 2015 - 17:32

    oi Ju, parabéns pelo lindo gesto, lindo mesmo, é uma pena mas é assim mesmo, centenas de animais abandonados ou que nasceram nas ruas. Infelizmente não temos políticas públicas que protejam essa galerinha e eles dependem totalmente da misericórdia divina e de nossa boa vontade. Já resgatei um gatinho, o flap (UnB), ele estava com desidratação severa, uma verminose terrível e um problema no pulmão em razão do frio (era época de chuva). Sofri muito porque moro em kit e tive uma luta enorme para cuidar dele e impedir que nós e meus gatos pegássemos qualquer doença (tinha possibilidade de fungo). Ele sentia um medo tremendo de mim, medicá-lo era muito difícil, miava sofrido e por conta dos remédios não tinha controle sobre a própria vontade de ir no banheiro, enfim podes imaginar, eu tinha que lavar o bumbum e as patinhas várias vezes ao dia, limpar minha casa e lavar banheiro o tempo todo, no fim de duas semanas eu chorava de exaustão, ele não me deixava dormir de tanto choro, mas coitado, ele sentia dor e estava apavorado (sem falar que meus gatos ainda assustavam mais o pobre), até a tela de proteção ele escalava, chorava e sujava tudo de cocô. Foi uma luta sem igual mas passou, eu deveria ter sido somente lar temporário, mas vê-lo saudável, socializando, sentir o carinho e gratidão com a qual ele me olhava foi uma das coisas mais maravilhosas que já experimentei na vida, então flap deixou de ser visita e se tornou família. Me sinto muito amada por todos meu gatos, mas o carinho que ele me dá é diferente, às vezes acordo a noite com ele lambendo meu rosto, minha perna (é tão raro gato curtir fazer isso!), me recebe quando chego, vai se despedir quando saio, chora se eu viajo… foi dificílimo, mas faria tudo de novo. Olha depois que o cachorrinho que vc resgatou ficar bom vá lá, faz uma dessa tuas fotos lindas e compartilha, me manda que compartilho também, ele é bonito, se fizermos muitos compartilhamentos ele pode encontrar um lar em breve. Abs.

    • 17 de novembro de 2015 - 11:22

      Morganna, vou lá nesse fim de semana ver como ele está e se o abrigo precisa de algo! Linda tua história, acho que isso tudo vale a pena quando a gente pensa que estamos salvando uma vida inocente. Na UnB é cheio de bichinhos, especialmente gatos. É muito ruim caminhar aqui pra quem tem o coração mole com bichos como a gente.

  7. 13 de novembro de 2015 - 20:23

    Ju, nem preciso dizer que me emociona muito sua atitude! Sei bem como é pegar um ser desses indefesos e doentes e poder ajudá-los, tanto que tenho a nossa querida Oliviah Divah super gordinha aqui em my house até hoje. É muito amor isso tudo, não tem amor mais fiel e sincero que dos animais. Adorei sua postura e fico muito feliz que existem pessoas como vc, com a Pri, como eu (modesta) ainda nessa vida!
    Beijo grande.
    (o bolo tá lindo!)

    • 17 de novembro de 2015 - 11:54

      Sara, sabes como eu sou com bichinhos, não tem nada mais gratificante do que saber que salvamos uma vida <3 beijo enorme pros primos do Freddie!

  8. Daniele
    13 de novembro de 2015 - 21:48

    Ju, estou muito emocionada com sua atitude. Amo animais e nada me machuca mais do que ver um desses anjos sofrendo por algum motivo. Já sabia que você era uma boa pessoa, e te parabenizo e te peço pra continuar ajudando, pois infelizmente eles só dependem de nós para ter uma vida digna. Fica com Deus querida.

    • Daniele
      13 de novembro de 2015 - 21:50

      Ah, aliás, amo abacaxi e fiquei louca pra testar essa receita!! Sempre faço de banana aqui pra casa, mas nem gosto. Esse de abacaxi deve ser maravilhoso. Mas acho q vou fazer uma calda de açúcar tradicional, caramelizada, será q fica bom?

      • 17 de novembro de 2015 - 11:55

        Daniele, só fiz um gesto pequeno, que espero que motive outras pessoas! Dá certo também com açúcar tradicional, mas confesso que com o mascavo o sabor fica mais interessante!

  9. Beatriz
    15 de novembro de 2015 - 15:27

    Que lindo <

  10. Laíse
    16 de novembro de 2015 - 11:21

    Que linda!!! Também sou assim. Mas ainda acho que faço tão pouco :(

  11. Isa
    18 de novembro de 2015 - 17:34

    Chorei!! Parabéns Ju, que atitudes como a sua se multipliquem. Tenho dois pequeninos em casa,
    se eu tivesse mais espaço teria muito mais.
    Ps: A receita é maravilhosa…

  12. Micaella
    19 de novembro de 2015 - 16:57

    Linda atitude Ju!
    Aqui onde trabalho, fica ao lado de uma rodovia e é um local onde volta e meia ocorre uma “desova” de animais… alguns foram gentilmente adotados pela minha pessoa, porem agora a situação não esta mt legal la em casa… a proposta é…Se vc touxer mais algum bicho pra casa qm sai é vc…então por enqnt não tenho mais adotado animais que aparecem por aqui…mas tenho tentado localizar donos responsaveis…

    Quanto ao bolo… alguns dias atras fiz ele com abacaxi… ficou uma delicia… claro não foi a sua receita que é um pouco mais elaborada… mas o fato é que normalmente faço a receita que tenho com banana…e arrisquei o abacaxi e todos la em casa adoraram…

    Acho que era só..
    Bj

    • 20 de novembro de 2015 - 09:26

      Micaella, quando eu morava com meus pais, a ideia era essa também: ou você ou os cachorros, hahahaha. Mas sonho em ter uma fazenda um dia pra poder ter todos esses lindões lá. :)

Ju Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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