segunda, 22 de maio de 2017

O que eu vi por aí – Links legais

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– Cresci com um pai fã de Beatles e por muito tempo eu escutava dele, não sei se como piada ou sério, que Yoko Ono foi a culpada pelo fim da banda. Passei a reproduzir a informação como verdade, afinal quando a gente é pequena nossa referência de verdades são nossos pais mesmo. E olha que eu nem sou fã de Beatles, mas eu sempre “soube” que a culpa era da Yoko Ono, em qualquer conversa sobre a banda. Foi lendo esse texto que eu me peguei repetindo esse esteriótipo de culpa em cima de alguém sem ter conhecimento dos fatos. E não entro no mérito de feminismo, é uma questão mais simples ainda: é de como a gente reproduz com muita facilidade as coisas que nos dizem sem saber de todos os lados. Sem saber o que a Yoko Ono acha. Sem saber o que John Lennon achava. Nossa capacidade de se meter na vida dos outros, talvez.

– AMEI este texto aqui da Ruth Manus sobre nossa vida atual, como nos cobramos demais e como devemos ser mais delicados com nós mesmos. De verdade, estava precisando ler isso.


– Por mim, é só tirar as azeitonas desse pratão de macarrão maravilhoso que ta pronto pro meu paladar. Nossa, eu detesto azeitonas, gente. Sério. Detesto. Pra mim azeitonas são aquelas coisinhas que não podem nem vir pra eu tirar depois, porque eu sinto que o sabor fica na comida toda.

– Eu to rindo até agora dessa lista de coisas que a gente deve fazer antes das 8h, porque é tão ridículo que a gente se cobre tantas tarefas o tempo todo… vide texto de cima. Gosto de acordar cedo – aliás nem é escolha, meu corpo não me deixa passar das 8h da manhã dormindo – e acredito ser mais produtiva pela manhã do que sou a tarde ou a noite. Mas cada um é cada um, né? Não da pra colocar todo mundo no mesmo saco científico.


– Mini pizzas de abobrinha, ou mini canapés de abobrinha? Qualquer nome, desde que tenha esse queijo derretido por cima. Receita e ideia genial lá do Casa com Bossa. Vou fazer no fim de semana com certeza!

Juliana Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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