quarta, 13 de julho de 2016

O que eu vi por aí – Links legais

12 Comentários

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Esse texto fala um pouco sobre o que eu acredito com relação ao amor. Acho que as pessoas precisam ser um pouco mais resignadas com as desaventuras da vida. O mundo é grande demais pra gente achar que a pessoa x é eterna na sua vida. Às vezes seja, mas não fisicamente. Vale a pena a leitura.

– Dicona pra quem mora sozinho e descobriu que as manchas no suvaco das camisas nunca existiram pra você porque sua mãe removia com alguma magia obscura. Pois existe isso aqui, que retirou algumas manchas das minhas roupas. Aqui não se vende peróxido de hidrogênio facilmente como se vende nos EUA, mas ele é componente na água oxigenada nossa de cada dia então é o que eu uso no lugar. Funciona como a magia da mamãe!

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– Estou de dieta nova! E ela requer pão 100% integral toda semana. Claro que Juliana não fica satisfeita em achar um pão 100% integral caríssimo pra vender por aí, que certamente vai ter conservante. Ela faz em casa. Esse pão lindo da foto é o que eu estou fazendo nas últimas duas semanas por aqui. Achei fácil e dá pra fazer em três horinhas a noite, depois do trabalho. Ideal pra mim!

Esse texto ótimo sobre ser mais você mesmo, menos #plasticlife (oi Pri e Zara!). Porque, honestamente, as coisas seriam bem mais simples pra gente se parássemos de vomitar por aí o quanto nossa vida é incrível, maravilhosa, fantástica, realizada e feliz – quando possivelmente não é nem de longe isso tudo. Não é “ser positivo”. Muitas vezes, é uma pessoa em negação sobre o que é a vida de verdade: o fato inexorável de que um dia você vai acordar na merda, outro você vai acordar de mal humor sem razão, e no outro você acorda super de boa e com todos aqueles adjetivos, sim. O que importa é não maltratar os outros nos dias ruins. E, por experiência, as pessoas que vivem “em negação” sobre a realidade de ser humano acabam tratando o planeta inteiro mal em dias ruins, porque não aceitam a existência desse dia ruim, já que tem tanta credibilidade que tudo é sempre tão perfeito. Enfim, fica a reflexão.

– E mais reflexão. Meu migo confeiteiro, André Ferreira, fez esse vídeo muito bom que fala um pouco sobre aprender com desistências, realização pessoal e se jogar na vida. Sim, ser mais sagitariano! Que é meu signo, diga-se de passagem. É por isso também que adorei o vídeo hahaha.

Chicken-Meatballs-II
– Apenas olhem hipnoticamente para essas almôndegas de frango e digam se não estão com a melhor cara ever. Com esse molho… sem or.

  1. Daniele
    13 de julho de 2016 - 16:13

    Ju
    Hoje seu post recheou meu dia com coisas que precisava ver e mudar na minha vida.
    O texto de Heidi Priebe foi a cereja do bolo <3
    Obrigado por adoçar nossas vidas com suas receitas e suas vivências.
    Pra melhorar um pouco mais, será que daria para compartilhar conosco a receita do pão integral ???

    Bjs

    • 20 de setembro de 2016 - 13:43

      Daniele, viu que entrou a receita do pão? :D

  2. miriam
    13 de julho de 2016 - 21:31

    Ola, acompanho seu blog a muito tempo as vezes comento algumas receitas. Já fiz muitas receitas suas, com muito sucesso! Obrigada! Adorei este post. Gostaria de lhe pedir um post especial sobre este pão integral. Sabe, com seu jeitinho de fazer e passo a passo. Li a receita traduzida pelo google, mas fiquei com um montão de duvidas. Aqui em casa faço pão duas vezes por semana. Quase não compro de padaria. Uso uma receita do blog pecado da gula que amo e faço sempre o pão de sementes e iogurte http://pecadodagula.blogspot.com.br/2011/04/pao-integral-de-iogurte-e-sementes.html. O que me chamou a atenção nessa receita foi o uso de limão, e fiquei também em duvida com relação a quantidade do fermento, vc usa o fermento seco? uma colher de sopa dele não seria muito pela quantidade de farinha? Uso sempre o biológico seco. Beijos e fico no aguardo ansiosa por um post seu só deste pão! Miriam

    • 20 de setembro de 2016 - 13:44

      Miriam, eu fiz a receita inteirinha no blog, você viu?! Testou? Eu já fiz sem o limão e deu super certo também!

  3. Marina
    14 de julho de 2016 - 21:29

    Ju, nessa dica do tira-manchas, você usa água oxigenada de que volume?

    • 20 de setembro de 2016 - 13:46

      Marina, ela não diz no potinho! Uso aquela que se usa pra fazer descolorante de cabelo mesmo, sabe? Mas não diz na embalagem qual o volume (ou eu que não to sabendo olhar, também… hahahaha).

  4. Tati
    18 de julho de 2016 - 17:28

    Eu fiz o pão e amei. Fiz meia receita pra testar, ficou macio, saboroso e cresceu bem (minhas experiências com pão integral não era essas, hehe!). Tirei o cominho porque não gosto e coloquei um pouco de orégano, que sumiu na massa. Na minha opinião é muito importante bater na batedeira, e aí é legal observar bastante a massa, que no meu caso precisou de um pouco mais de água. Façam, gente, é barato e saudável :)

    • 20 de setembro de 2016 - 13:48

      Tati, que bom que deu certooooo! E parece delicioso! Eu fiz com orégano uma vez e sumiu, mas na segunda coloquei o dobro e ficou show! Cheirinho de pizza hahahaha

  5. Raissa
    31 de julho de 2016 - 22:38

    Ju, qual fermento você usou na receita do pão? Fiquei doida pra testar mas fiquei com essa dúvida. Beijos!!

    • 20 de setembro de 2016 - 15:20

      Raissa, fermento biológico seco! :)

  6. 04 de agosto de 2016 - 12:13

    Menina depois que eu casei o que mais tirava meu sono era “Como tirar essas manchas amarelas das camisas brancas!??!!” Descobri que nem minha mãe sabia kkk Aí procurando pela internet achei uma receita de bicarbonato de sodio com vinagre de alcool, faz uma pastinha e deixa 15 minutos na mancha antes de lavar. E num é que deu certo!!!
    Uffa, mais uma lição de dona de casa aprendida rsrs

    Otimo esses seus posts do que viu por aí.

    Bjs

    • 20 de setembro de 2016 - 15:32

      Gabriele, exato! Coisas que a gente descobre só depois que vai morar sem mãe. Minha mãe passa limão e bota no sol! Mas não bate sol aqui, então tive que fazer da outra forma, a do vídeo, e deu certo!

Ju Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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