Thursday, 01 de October de 2015

Brazilian carrot cake with brigadeiro

18 Comments

Juliana started swimming, guys. I just restarted my fitness plan in full force, and I’m committed to using the gym pool whenever I can, even in times when there’s no swimming teacher around.
I can do that because I know how to swim. I used to swim when I was younger, in the afternoons alongside my ballet classes. Ballet sucked, but I kinda enjoyed swimming. I liked to picture me as a transforming sailor moon under water.

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But just as any other pre adolescent kid, I was stupid and I didn’t want to go to my swimming classes because I was ashamed to use a body swim suit. And other reasons my mother cited yesterday: I would rather go home to sleep or play Pokemon, and I had serious trouble to get a shower and put on the ballet clothing. Also true. But the main point was my shame.
Well now I’m overweight and with very little time to get my manicure done, but I’ve came to a point in my life in which I’ll take care of myself and I don’t care what people think. I’ll swim even if I didn’t shave my legs today and if someone stares at me, I’ll stare back and ask if they lost something on my sexy body. Yup, that’s it.

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All these childhood memories bring my mother’s determination to not let me quit swimming classes even though I almost cried everyday so I could stay home. Thanks to her I can now swim like a fish, or mermaid, and I also learned this awesome thing called “you can’t always get what you want”. But if you try sometimes, you just might find you get what you need. So thanks mom, love ya. <3 Thinking about her brings me this carrot cake, a traditional brazilian sweet that many mother used to make to their children. Only fancier because mom would never make two layers of cake and such. But it was good nonetheless.

Brazilian carrot cake with brigadeiro
Yields: 1 18cm cake

Cake
1 cup canola oil
4 eggs
2 cups sugar
1 cup cubed carrots
1 1/2 cups flour
1/2 cup cornstarch
1 tablespoon baking powder
pinch of salt

Syrup
1 can guarana soda, or 1 cup orange juice

Frosting
Brigadeiro frosting

1 – Turn your oven on 180˚C or 350˚F. In a big bowl, sift together flour, cornstarch, baking powder and sal. Wash and peel the carrots, then cube them if you didn’t already, so you can measure in a cup easily.
2 – In a food processor, pulse the oil, eggs, carrots and sugar until they get uniform. You can dump it all at once, just don’t let them process away: do it in small pulses, be careful not to overbeat the eggs.
3 – Pour the mixture into a big bowl and add the dry ingredients in three parts, working with the spatula as not to overmix the batter.
4 – Divide the batter among the two springpans, lined with parchment paper. Bake them for 30 minutes, or until a toothpick inserted in the center comes out clean. Let them cool completely before the next steps.
5 – Level the cakes with a kitchen serrated knife and, using a brush get each cake a bit wet with the guarana or orange juice. Using guarana gives you the perfect brazilian flavor mom’s used to do, but the orange juice is just as fine.
6 – Stack the cakes with a brigadeiro layer of filling, them cover the entire piece with brigadeiro. Finish it off with chocolate sprinkles on the sides and if you want to reproduce the sprinkles heart, just use a cookie cutter and fill it up with sprinkles, then lift and you have your heart.

Tastes just life childhood memories.

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This recipe has been on the blog before, but I’ve remade it a couple of times and I changed the ingredients until satisfied. The batter is now a lot more fluffy and guaranteed to make a dome on cupcakes, by the use of cornstarch. It gives stability to the batter. So yes, you can use it to make cupcakes and in fact that’s what I use this recipe most often.

Tips:
– The orangier your carrots, the orangier will be your batter. But if you want a trully orange/yellowish cake, use food coloring when you are beating everything together. You can’t just amp up the quantity of carrots to get a more vivid color, because this recipe has a very delicate balance between the ingredients, and you risk having sinking cupcakes or cake.
– Guys, this is a childhood, mom made cake, and mom used to brush the cakes with guarana or orange juice. It won’t taste like it, don’t worry.

What did you learn when you were little? A sport, a recipe, a lesson for life?

  1. ana cleide cerveira lima
    01 de October de 2015 - 10:55

    Juliana ,

    Acredita que nunca fiz um bolo de cenoura, mas sempre tem a primeira vez. Vai ser hoje !Não que eu tenha problema com cenoura , mas não me animava.
    Como já sou um pouco vivida ( idade, kkk ), fiz muitas coisas, umas boas outras nem tanto, coisas de criança. Mas o que me anima nessa vida e´o respeito ao próximo; ser solidário e não esquecer sempre de agradecer, enfim ser gente de verdade, assim as coisa fluem com um sabor melhor!!! Obrigado.

  2. Angélica
    01 de October de 2015 - 11:03

    Vou experimentar fazer cupcake com essa massa, pois a que tenho não faz cupcakes redondinhos kkkk
    Bjooos

  3. Jessyca
    01 de October de 2015 - 11:23

    Uma dica para você que está num “momento fitness”, eu estou usando o aplicativo “MyFitnessPal” é da Under Armor; bem legal. Gosto porque não te força a emagrecer/engordar, mas você passa a se conhecer melhor, saberr como come e como deve comer. Eu curto bastante suas receitas, acompanho e faço as receitas em casa a 3 anos. Nunca uma receita sua deu errado comigo. E sua criatividade me encanta: de um bolo simples e tradicional de cenoura, fez uma maravilha. Dá vontade de comer tudo o que você faz e a maneira simples como fala com as pessoas, parece que estou aí em Brasília tomando um chá e conversando com você (rs). Beijos

    • 15 de October de 2015 - 17:54

      Jessyca, vou atrás, sabia?! Obrigada pelos elogios e pelo carinho <3 Manda fotos dessas criações! Beijos!

  4. Karla
    01 de October de 2015 - 12:48

    Oi Ju ! Bolo de cenoura faz parte do top five aqui em casa kkk, e eu estou apaixonada pelo seu blog! Eu volto a nadar na semana que vem, depois de dois meses parada, é isso ai Ju a gente tem que ser feliz e fazer o que gosta sem se preocupar com a opinião de ninguém. Isso eu aprendi na minha infância, eu era a ” diferente” na sala de aula e o bulling ( que ainda não tinha esse nome aqui ) era pesado, mas isso só me fez mais forte, me joguei na cozinha aos dez anos e amo fazer doces e bolos pra minha família. Eu acho que doce a gente sempre come ou faz pra celebrar algum momento, seja ele bom ou ruim. Viva um dia de cada vez, celebrando a vida sempre! Beijos.
    P.S. O primeiro post seu que eu li foi aquele em que você respondeu ao comentário sem noção de uma leitora, foi amor ao primeiro sincerão kkk.

    • 15 de October de 2015 - 18:06

      Karla, seja bem vinda ao blog sincerão! Hahahahaha, adorei o termo! Realmente, acho que parte disso eu aprendi na infância também, eu também sofri um pouquinho de bullying. Aprendi a celebrar a vida e respeitar o próximo! Pelo menos o bullying serviu pra alguma coisa com a gente, né? Beijos!

  5. Fabiana
    01 de October de 2015 - 14:26

    Ju,

    Se ralar a cenoura para medir na xícara faz muita dif?

    Eu não bebo refrigerantes… vou molhar com suco de laranja…

    ;-)

    • 15 de October de 2015 - 18:07

      Fabiana, desde que você não “compacte” a cenoura na xícara, acho que ta tudo certo. Coloque meio soltinho que deve dar mais ou menos a mesma quantidade! (confesso que nas próximas vezes eu tenho que pesar) Beijos!

  6. Ramon Abreu
    01 de October de 2015 - 16:49

    Ju, bolo de cenoura já tem gosto de infância, mas bolo molhado com guaraná é Vintage total! Mamãe sempre fez isso. E sobre a natação: está certíssima! Vá mesmo e o importante é ser feliz.
    Beijo no core <3

  7. Bianca Alves
    02 de October de 2015 - 10:10

    Ju! Mais uma vez você arrasou na receita! Fiz ontem mesmo lá em casa! O bolo ficou uma delicia, muito fofo! Perfeito! E o melhor de tudo super prático e fácil! Tu arrasa muito hehe
    Beijos linda

  8. 02 de October de 2015 - 14:58

    Arrasou no texto e arrasou nas fotos. O bolo parece incrível, deu vontade de fazer assim que vi a foto ontem e vou fazê-lo hoje. Na infância aprendi a estudar. Mesmo minha mãe não tendo muito estudo ela falava muito da importância do estudo e isso eu captei. É esta garra por aprender e realizar que trago até hoje.

    • 15 de October de 2015 - 18:08

      Beatrizzzzzz, onde aprende a estudar?? Quero essa habilidade JÁ! Hahahaha, sou péssima pra estudar coisas que não me interessam…

  9. ana cleide cerveira lima
    05 de October de 2015 - 20:55

    Juliana, mandei ver a receita, e vou te contar , delicioso. Como te falei , tinha uma certa resistência a bolo de cenoura, mas foi um sucesso. Como meu proposito era me deliciar com cafe, então não coloquei o brigadeiro, que vou fazer em outro momento.
    Pra quem eu comento das receitas experimentadas e do blog, vão logo falando, já sei , CUPCAKEANDO.
    E isso ai, divulgar o que e´bom e que ta dando certo. .SUCESSO sempre.

    Ana

    • 15 de October de 2015 - 18:21

      Ana, que bom que gostou!! Quero fotos das suas criações, você sempre faz um monte e nunca mostra. Mande pra mim! Beijos mil!

  10. Graziela
    13 de October de 2015 - 15:52

    Eu fiz tua receita nesse findi… foi a primeira vez que acertei um bolo de cenoura! Guria, amei tua receita e está guardada nos meus favoritos!!!

  11. Juliana Silbez
    07 de December de 2015 - 15:33

    Passei o mês encasquetada como bolo de cenoura! Testei cinco receitas e nenhuminha deu certo! Apelei pra menina do nome lindo e olha….super fofo, super gostoso!!! Valeu Ju!!!

    • 07 de December de 2015 - 16:54

      Opa, xará, mas que coincidência, porque você também tem um nome lindo! Hahahah, que bom que gostou!

  12. Pamella
    14 de March de 2018 - 07:13

    Juuuu, menina fiz essa massa só que como mini bolinho e transbordou tudo, ai que frustração rsrs essa massa cresce muito, mas é bem gostosa e fofinha. Confesso que fiquei chateada quando vi tudo transbordando, como não conhecia a massa, acho que exagerei na quantidadade das forminhas rsrs vou tentar de novo pra ver se dá certo rsrs. Quantas forminhas dá quando você faz como cupcake?
    Parabéns mais uma vez pelo blog.

Juliana Morgado

I’m a journalist with more passions than time can allow me to have. I have found in the kitchen my paradise, my resting place after a long and exhausting day. It’s my addiction, really. Not only cupcakes but anything that I find interesting, challenging or fun to do. Despite the blog’s name, it’s not all about cupcakes. I love cooking risotto, of all kinds, and I simply love any recipe with cheese.

Cupcakeando’s History

I’m not sure when or why I started to cook. My memories are of my mother putting me in the kitchen and teaching Brazilian white rice and her awesome pomodoro sauce for spaghetti, with fresh tomatoes just the way only she can do. All I know in the kitchen I’ve learned by one way: practice. My recipes are created from my head and implemented with the tests I run, or even meticulously measured from trusted sources.
I have a true passion for cupcakes, because I believe they represent everything that’s good in the kitchen: butter, sugar, cuteness, dedication and creativity. Everything in the right amount for one person.
I enjoy experimenting with these little ones, and finding out new ways do decorate them. When I have nothing better to do, I start researching and studying recipes, theories and decorations for cupcakes. Yeah, study, that’s right.
The blog is also a place for my second passion: photography. I’m that person who keeps looking for angles and shots while walking on the park. I also study the art of photography through websites and books.

The Name

Cupcakeando means, roughly, cupcakeing in Portuguese. The noun “cupcake” is in a verb tense that most well-schooled Brazilians hate because it means an action that will never stop. That’s precisely my intention. I don’t have any wish to stop my cupcake factory anytime soon, or even stop cooking in general. If I don’t have anymore orders, it will be for friends. If my friends get sick of it, it will be for my family. When my family says “ENOUGH”, it will be for myself (and maybe for my Siberian husky and my Pembroke corgi). Because that’s what I love to do and what makes me truly happy.

Copyright

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