Friday, 02 de September de 2016

Biscoitos de cacau e manteiga de amendoim

12 Comments

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  1. Paula
    02 de September de 2016 - 10:16

    Ju: sempre com texto lindos.
    O teu último texto foi um amor só, me tocou fundo.
    Sobre o de hoje, concordo contigo e sinto a mesma necessidade.
    Muitas pessoas não querem trocar ideias, ter um diálogo, ainda que discordem de seus pontos de vista..o que é triste, pois são nestes momentos que crescemos..
    A minha impressão é que a maioria das pessoas só quer que concordem com ela, não faça nenhuma critica ou exponha a sua opinião, apenas concorde. É monólogo, é doutrinação, é submissão, é tudo, menos diálogo.
    Já vivenciei algo parecido com um desconhecido tbm, tivemos um diálogo ‘cabeça’ , trocando ideias sobre a vida e a existência hahah bem filosóficos
    por mais trocas ricas assim!
    Quando quiser conversar, ter essa troca de ideias, estou aqui :)
    beijinhos
    PS: esses cookies estão maravilhosos – quero fazer já!

    • 28 de September de 2016 - 01:19

      Paula, sim, parece que as pessoas só querem interagir com quem concorda com elas. Isso me dá uma agonia, porque eu ADORO conversar com quem não tem a mesma opinião que eu. Gosto de perguntar “mas por que?”. Só que as pessoas ficam meio assustadas com isso, parece que estou desafiando elas, mas não é. Uma pena como o mundo atualmente está desse jeito meio defensivo… Beijinhos!

  2. Claudia
    02 de September de 2016 - 10:45

    Eu estou aqui esperando um convite pra essas conversas! Se for em um café de Brasília, acho melhor ainda! Rsrs
    Estamos conectadas, sinto muita falta desses diálogos. Brasília distancia muito as pessoas… Ficarei muito feliz em te encontrar! Hahaha =D

    • 28 de September de 2016 - 01:20

      Claudia, Brasília tem dessas de ser fria… acho que as pessoas estão tão ocupadas que não tem tempo pra mais nada! Vamos marcar um cházinho das leitoras do blog por aqui hahaha :)

  3. 02 de September de 2016 - 19:33

    Fui em busca da receita do biscoito de cacau, pelos quais, ambos, sou apaixonada. E me deparei com este texto delicado e profundo. Refletindo a sua busca. Que deliciosa surpresa! Também a mim o universo presenteou. E ainda com o bônus da receita que certamente irei experimentar..

  4. Izabel
    03 de September de 2016 - 16:15

    Olá Juliana, tenho essa mesma sensação de desalento dialógico, os temas e assuntos estão rasos e sem nenhum comprometimento com a opinião alheia, remeto ao nosso momento individualista, acabei de ler o Cozinhar também e parece que até discuti uma boa leitura como esta tem sido difícil, as pessoas né olham com cara de “o que há de interessante nisso mesmo?!” que faz você resumir o livro em uma “boa leitura”, mas creiamos que encontraremos em alguma livraria ou praça alguém simplesmente disposto a ouvir e a comprometer-se em acreditar piamente que sua opinião pode mudar sempre. Grande abraço.

    • 28 de September de 2016 - 01:25

      Izabel, e o Cozinhar tem tantas reflexões não é? E tanta coisa interessante pra discutir… eu forço o Sr. Namorado a demonstrar interesse nessas coisas, porque fico querendo falar com pessoas sobre isso mas ninguém parece querer conversar e dialogar sobre coisas assim. Só querem falar de alguém, da vida de alguém, reclamar de algo, sei lá. Cadê os papos profundos? hahahaha

  5. Luçamara
    04 de September de 2016 - 00:34

    Discutir temas profundos, filosóficos, polêmicos, é um preceito para “discussão acirrada”! Resultado de gente chata é intransigente que não consegue ouvir uma opinião diferente sem “impor” a sua própria!
    O que posso dizer sobre essa receita? Bora testar!!!!
    Bjos

  6. Larissa Marques de Oliveira
    05 de September de 2016 - 10:29

    Discutir é sempre enriquecedor! Se feito da maneira correta e com propósito. Já tive experiência semelhante na Livraria Cultura. Adoro aquele lugar!

    • 28 de September de 2016 - 01:25

      Larissa, deve ser a vibe Livraria Cultura que atrai esse tipo maravilhoso de gente :)

  7. Juliana
    19 de September de 2016 - 15:15

    Amei a receita e vou te passar meu whats pra conversarmos hahahaha sofro da mesma ausência, parece que vivo em um mundo onde as pessoas não têm opinião, estão todos receptivos demais. Todo mundo aceita a opinião do outro e pronto. Não há debates. Beijos

    • 28 de September de 2016 - 01:35

      Ju, xará, que treco chato né? Eu adoro um debate, fico triste também com essa atualidade…

Juliana Morgado

I’m a journalist with more passions than time can allow me to have. I have found in the kitchen my paradise, my resting place after a long and exhausting day. It’s my addiction, really. Not only cupcakes but anything that I find interesting, challenging or fun to do. Despite the blog’s name, it’s not all about cupcakes. I love cooking risotto, of all kinds, and I simply love any recipe with cheese.

Cupcakeando’s History

I’m not sure when or why I started to cook. My memories are of my mother putting me in the kitchen and teaching Brazilian white rice and her awesome pomodoro sauce for spaghetti, with fresh tomatoes just the way only she can do. All I know in the kitchen I’ve learned by one way: practice. My recipes are created from my head and implemented with the tests I run, or even meticulously measured from trusted sources.
I have a true passion for cupcakes, because I believe they represent everything that’s good in the kitchen: butter, sugar, cuteness, dedication and creativity. Everything in the right amount for one person.
I enjoy experimenting with these little ones, and finding out new ways do decorate them. When I have nothing better to do, I start researching and studying recipes, theories and decorations for cupcakes. Yeah, study, that’s right.
The blog is also a place for my second passion: photography. I’m that person who keeps looking for angles and shots while walking on the park. I also study the art of photography through websites and books.

The Name

Cupcakeando means, roughly, cupcakeing in Portuguese. The noun “cupcake” is in a verb tense that most well-schooled Brazilians hate because it means an action that will never stop. That’s precisely my intention. I don’t have any wish to stop my cupcake factory anytime soon, or even stop cooking in general. If I don’t have anymore orders, it will be for friends. If my friends get sick of it, it will be for my family. When my family says “ENOUGH”, it will be for myself (and maybe for my Siberian husky and my Pembroke corgi). Because that’s what I love to do and what makes me truly happy.

Copyright

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