sexta, 15 de agosto de 2014

Apê: uma geral e a saga da bancada da cozinha

28 Comentários

Obrigada por todas as dicas e comentários sobre a reforma, pessoal! Eu estou fazendo tudo com projeto sim, como várias pessoas me indicaram. Realmente móvel planejado, apesar do preço, é a melhor opção pra quem quer aproveitar cada cantinho. Meu projeto foi feito pela Mariana Aguiar e a Renata Vieira, aqui de Brasília. Elas são ótimas, com muito bom gosto, atenciosas e experientes! Se alguém quiser o contato, é só pedir nos comentários que eu mando por e-mail.
Trouxe uma foto geral da cozinha do apê pra vocês verem de onde em breve brotarão muitos cupcakes para o blog.

ape_cozinha_geralSe liga na edição tosca.
Essa é a ideia geral. Sempre quis ter uma torre quente – essas com forno e micro-ondas – e conseguimos isso nesse projeto, na parte amarela que marquei aí. Além de uma pseudo-ilha que vai ficar junto com a mesa de jantar, nessa parte laranja. Isso é o ideal pra mim porque sempre que eu chamo alguém pra me visitar em casa, é pra cozinhar pra pessoa, então nada mais óbvio que juntar os ambientes todos em uma coisa só. Eu gosto dessa linha de visão livre, sem paredes, drywalls ou vidros, muito menos tetos rebaixados (eu subi com o gesso do original, dá pra notar a diferença de cor nos ladrilhos da parede).
Ali na direita, no canto, fica a minúscula área de serviço composta por uma cuba de 40 centímetros e a futura lava e seca. Em nome de uma cozinha maior, me privei do luxo de lavar edredon em casa, por exemplo. Viva a casa dos pais, ou as lojas de lavagem a seco!

Depois de longos 2 meses de espera e um leve atraso porque “o caminhão de entrega teve problemas na estrada”, chegou a bancada da cozinha. O que segundo minha mãe é a desculpa padrão de todas as marmorarias. A escolha do material e da cor da bancada foi uma pequena saga, que acho válida compartilhar.

O material
As opções eram, basicamente, três: granito, silestone ou aço inox. De acordo com minhas pesquisas, visitas às marmorarias e dicas de arquitetas, esses são os materiais mais ideais para utilização constante. Na verdade, o melhor de todos pra quem se considera um culinarístico é o inox. Inclusive deixa o lugar com uma cara de cozinha industrial, né? É porque o inox é o material que melhor aguenta variações altas de temperatura sem danificar, não é poroso e ainda é muito fácil de limpar. O defeito é que arranha fácil. Porém, desde sempre, eu quero uma bancada branca na minha cozinha, então o inox não era uma opção tão interessante (e na real eu nem me considero TÃO culinarista assim).
Já o granito é poroso, com 0,1 a 0,3%, o que significa que comidas e alimentos em geral podem entrar na pedra e, com o tempo, criar bactérias, mesmo limpando muito. Não queria escolher granito. O da cozinha daqui de casa criou pequenos buraquinhos na pedra, provavelmente pelo uso incorreto colocando panelas muito quentes diretamente, que ficariam perceptíveis demais numa cor mais clara como eu queria. Além disso, o branco mais branco do granito ainda é cinza demais para o que eu sempre sonhei.
Então, no fim, gastei mais e escolhi o silestone pra bancada da cozinha. A porosidade dele é de 0,01 a 0,02%, é resistente a arranhados e manchas e tem um acabamento brilhoso lindo. O defeito é que ele não aguenta muito bem altas temperaturas, tipo acima de 230˚C, então contarei com muitos descansos de panela e panos.

A cor
A referência para essa cor de silestone que escolhi é Blanco Norte. Ele tem uns pontinhos delicados na cor cinza e creme. Essa cor estava na promoção e bem mais em conta que o branco mais branco ainda, que é o White Storm. E, honestamente, um pouquinho de detalhes na pedra não vai ser ruim, já que o todo o resto da cozinha é branco. Sim, eu sou a psicótica do branco, quase hospitalar.

Então, gente, essa odisseia me levou alguns dias de pesquisa. Vale mesmo ler tudo que vocês encontrarem sobre pedras para cozinha e escolherem o que é melhor. Vale consultar arquitetos também e prestar bastante atenção em papo de vendedor na marmoraria. Eles sempre vão querer empurrar uma venda e oferecer um material que nem sempre é bom. É bom fazer vários orçamentos e sempre perguntar o que tem em promoção na loja, vai que tem um silestone lindo te esperando.
No próximo post sobre o apê, vou mostrar pra vocês as loucuras que criamos pra fazer caber anos de entulhamento de utensílios culinários em uma cozinha minúscula. Ou pelo menos é o que eu espero.

E pra não ficar com pouca foto, vou apresentar pra quem não conhece o céu de Brasília. Tirei essa foto no mesmo dia da visita ao apê na qual bati a foto da geral, lá em cima. Esse é um céu padrão na cidade, que a gente vê quase todo dia, mas não cansa de encantar.

ceu_brasilia

  1. Chris
    15 de agosto de 2014 - 22:23

    Adorei seu posto Juliana! Poderia me mandar os contatos onde fez seus armários? Meu e-mail é chrisallves@gmail.com Obrigada e Sucesso!!

  2. Chris
    15 de agosto de 2014 - 22:24

    Era pra escrever post (meleca de corretor). Desculpe!

  3. 16 de agosto de 2014 - 11:10

    Juliana, imagino sua alegria em montar tudo do seu jeitinho… É muito bom irmos para o nosso cantinho novo, não é mesmo? Me mudei há 4 anos para o meu apê, e minha cozinha tinha sido reformada pelos antigos proprietários. Amei tudo, mas agora já tenho vontade de mudar algumas coisas pois, como você, tenho pilhas de acessórios de cozinha (a louca aqui compra tudo que vê pela frente). E também queria um fogão maior, uma ilha na cozinha… Rsrs. Desejo que seja muito feliz e consiga fazer muitas coisinhas gostosas na sua cozinha nova. Bjo, Renata.

    • 20 de agosto de 2014 - 22:12

      Renata, aos poucos a gente consegue deixar do jeitinho que a gente quer! Você também vai ter sua cozinha do jeito que você quiser! Beijos! :)

  4. Gisele
    16 de agosto de 2014 - 19:23

    Ju, vc deu várias dicas! Justamente agora que estou planejando minha cozinha! hehehe Eu sonho muito com o silestone, mas dizem que é 3 vezes mais caro que o granito… Minha cozinha é muito parecida com a sua – farei também uma torre de eletros e uma ilha – porém estou pensando em colocar a pia nessa ilha. Abraço!

    • 20 de agosto de 2014 - 22:15

      Gisele, pelos meus orçamentos, o silestone foi mais caro, mas nem chegou a ser 2x mais caro, que dirá 3x. Achei que valeu bastante a pena! Beijos!

  5. layane
    17 de agosto de 2014 - 16:23

    legal adorei ju

  6. 18 de agosto de 2014 - 08:43

    Ju,
    Como já mencionei, você está realizando meu sonho (que ainda vai demorar um pouquinho para sair do papel): o próprio canto, a própria cozinha!
    Como sou extremamente leiga, não sabia sobre as “pedras”. Agradeço por compartilhar e ensinar também sobre esse mundo! Keep writing!

    Beijos,

  7. Luisa
    18 de agosto de 2014 - 22:45

    Oi Juliana!!
    Um material interessante tbm é o marmoglass (ou nanoglass, que é mais “liso”) que é uma pedra sintética tb. Não sei certinho a porosidade dele, mas pelo que eu já vi é super liso!
    O unico problema do silestone é que ele tende a amarelar um pouco, tem que ter cuidado com a exposição ao sol! =)
    Outro material legal é o Corian, que não é nem pedra, parece uma resina. É super resistente e ricos e tal, fora que é lindo! Mas não resiste ao calor. E é absurdamente caro! hahah!
    Acho q vc fez uma ótima escolha, principalmente se vc está sendo assessorada pelas arquitetas!! Faço esse “adendo” aqui pro caso de ajudar mais alguém que esteja na dúvida!!

    Bjs!!!

    • 20 de agosto de 2014 - 22:24

      Oi Luisa! Pois é, minha arquiteta pesquisou e viu que nanogless não é muito bom pra cozinha porque ele é ainda mais frágil que silestone com relação à temperaturas e até mesmo a batidas de utensílios (tipo uma panela batendo na pedra). Estou usando nanoglass no banheiro, por exemplo, onde isso tudo é mais tranquilo. Esse Corian eu fiquei sabendo só depois que já tinha escolhido o silestone, mas pelo que eu vi ele é quase igual ao silestone, só que mais caro (e mais bonito)… vi uns projetos com ele que fiquei apaixonada, porque ele pode fazer curvas que o silestone não faz! São boas sugestões! Beijos! :)

  8. carla borges
    19 de agosto de 2014 - 16:37

    oi ju!
    passei por essa aventura das reformas ano passado por longos 9 meses!!
    eu tb queria uma bancada grande e branca. escolhi o nanoglass e não me arrependo!
    é lindaaaa!!
    mas, como td pedra, tem que ter cuidado para não manchar ou arranhar.
    uso mt aqueles apoios de silicone para lavar os pratos ou apoiar coisas na pia.
    evite colocar limão, cítricos ou passar produtos nas pedras, além de vinho tinto!
    bjs e continua escrevendo!!
    boa sorte!
    ps- como vai ficar o Freddie no ap? tive que deixar o meu labrador na casa da minha mãe por falta de espaço para um cão grande.. morro de saudades, agora estamos em estados diferentes..

    • 20 de agosto de 2014 - 22:29

      Carla, o Freddie vai junto, provavelmente! Vamos adestrá-lo pra só entrar na “área da cozinha” se a gente deixar, pra manter higiênico, claro! Mas como ele é de pequeno porte, não tem problema em apartamento… uma pena com seu labrador! :(

  9. 20 de agosto de 2014 - 07:12

    […] falei pra vocês no post passado, eu sou a psicótica do branco. A cozinha vai ser toda branca, toda. Vou ter um nicho azul Tiffany, […]

  10. 28 de agosto de 2014 - 09:59

    Não vejo a hora de ter uma cozinha pra chamar de minha e mexer nela todinha! Já salvei tantas ideias no meu computador que acho que, quando chegar a hora, vou ficar doida…rs.

    • 29 de agosto de 2014 - 10:12

      Marina, eu também saí salvando um monte de ideias no PC, e mandei tudo em fotos pras arquitetas com observações do que eu queria. Devo ter parecido uma psicopata da cozinha. Hahahaha!

  11. Thaís
    09 de outubro de 2014 - 19:41

    Sempre quis uma torre também, acho lindo, mas ocupa bastante espaço de bancada né? Falando em bancada, quero silestone também, acho que no final das contas ele compensa o gasto a mais.
    Também estou nesta saga de apartamento, o meu é aqui em águas claras, e minha cozinha é pequena.

    Se puder, me passa o contato da marmoraria e dos armários, pq essas coisas só com indicação mesmo! Se você se sentir confortável com isso, poderia me passar o valor aproximado do orçamento do seu silestone?

    thais.tpgm@gmail.com

    Obrigada! :D

    • 11 de outubro de 2014 - 11:02

      Thaís, te mando sim! :) É, a torre te faz perder espaço de bancada, mas fica tão linda… hahahaha Beijos!

  12. Carol
    11 de outubro de 2014 - 12:54

    Oi Juliana!
    Parabéns pelo blog! Sempre acompanho as receitas e adorei saber que você também tá de mudança! Será que você poderia me passar os contatos de quem fez seus móveis e a bancada?
    E o preço mais ou menos?!

    Obrigada!

    • 17 de outubro de 2014 - 14:58

      Carol, te mandei por e-mail :)

  13. Aline
    07 de maio de 2015 - 19:23

    Uau, adorei seu blog. A princípio porque pesquisando sobre bancadas de cozinha, encontrei você (estou construindo e tenho muitas dúvidas sobre o nanoglass) e depois por “fuçar” no seu blog e ver receitas delicosas (adoro cozinhar)
    Gostaria de saber se vc se arrepende da bancada branca, se ela risca com facilidade… Essas coisas
    Vc é a pessoa ideal pra me responder, justamente por USAR sua cozinha!
    Amo branco também, e a princípio queria uma cozinha toda branca, apesar da resistência do nanoglas, aliás, super nano, tenho medo que fique todo riscado em pouco tempo.
    Beijos

    • 11 de maio de 2015 - 18:22

      Aline, na verdade, minha bancada é de silestone. Nanoglass não é indicado para cozinhas, especialmente as que são muito usadas, porque a resistência dele a calor e frio é bem pequena, além de arranhar muito fácil. Uso nanoglass no meu banheiro, apenas, e por enquanto está tudo bem, mas não é uma área que eu estou sempre fazendo algum agito hahahaha. A bancada branca como silestone ficou ótima, achei um dos melhores investimentos do meu dinheiro. :)

  14. Aline
    11 de maio de 2015 - 23:32

    Pois é, pesquisei muito até me decidir, e ficava completamente insegura quando lia essa não recomendação pra cozinhas, mas na marmoraria que comprei, eles fizeram testes com diferentes pedras (granito, mármore, quartzo e nanoglass) relacionados a riscos, manchas e temperaturas, e o nanoglass se saiu tão bem que acabei comprando rs… Voltei a ficar pensativa com o seu comentário. Queria que o resultado após alguns anos fosse como o seu: “super satisfeita!!!”
    Espero não me arrepender, como não da mais pra voltar atrás, eu volto daqui uns dias pra te contar o que achei!
    Beijos querida, e muito obrigada por responder!!!

    • 15 de maio de 2015 - 10:11

      Aline, eu pesquisei bastante sobre as bancadas, mas nunca vi testes. O que o pessoal da marmoraria realmente me confirmou é que ele arranha fácil e isso por si só já me bastou pra não escolher. No banheiro por enquanto está tudo ok hahahahaha. Me diga depois o que achou dele na cozinha! Beijos!

  15. 01 de novembro de 2015 - 01:21

    Olá Juliana, tudo bem?
    Aqui estou eu de volta para te contar sobre o que achei do nanoglass na minha cozinha
    Após três meses de uso contínuo rs, posso dizer que adorei a pedra e não me arrependi de tê-la escolhido!
    Ela realmente não mancha, não risca, e quanto ao calor, eu evito colocar coisas muito quente diretamente sobre a pedra sabe?! Enquanto posso, evito!
    Ah, também é super fácil de limpar, e isso, pra mim, conta muitos pontos haha
    A única desvantagem é que o rejunte, que por precisar ser branco, acaba sujando com mais facilidade e fica aquele contraste de branco super branco da pedra com o branco “amarelado” do rejunte… Tem que viver limpando
    Enfim, é isso!
    Voltei porque te achei uma querida respondendo minhas perguntas sobre um assunto tão antigo do seu blog!
    Um grande beijo

    • 17 de novembro de 2015 - 10:00

      Aline, que bom que deu certo com você! Na verdade, é bom evitar o calor com qualquer pedra, né? E esse problema do rejunte eu também tenho com o silestone. Acho que é unânime. Depois manda uma foto da sua cozinha pra contato@cupcakeando.com.br, quero ver! :)

  16. Ariana
    28 de janeiro de 2016 - 00:32

    Olá, Juliana! Tudo jóia? Estou reformando minha cozinha e encontrei seu blog! Amei! Esses cupcake tiraram minha concentração sobre que tipo de pedra usar na ilha da cozinha kkkk já salvei várias receitas para fazer na cozinha nova! Enfim, quero muito colocar o silestone e gostaria de saber se depois desse tempo você continua satizfeita, se manchou ou riscou. Se sim, você conseguiu remover a manhã com facilidade? Tem dicas de limpeza? Perde o brilho com o tempo? Adorei descobrir seu blog! Bjs

    • 10 de fevereiro de 2016 - 08:04

      Ariana, eu não poderia ficar mais satisfeita com essa bancada de silestone. Mesmo. Ela chegou a ensaiar uma mancha, quando deixei um saco de filés de sassamis para descongelar e aquela tinta preta usada para escrever o prazo de validade se desfez em cima da bancada. Eu não quis usar veja para remover porque não se deve limpar silestone com esse tipo de produto, pois pode retirar a camada protetora dela. Só esfreguei no muque mesmo, e com o tempo saiu! Então eu super recomendo, mas você tem que cuidar com muito carinho mesmo. Não bater coisas nela, não colocar panelas quentes em cima (apoio com um descanso de panela), não limpar com produtos químicos (só água e sabão neutro), etc etc :) Fazendo isso tudo, minha bancada parece nova!

Ju Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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