segunda, 18 de abril de 2016

Cupcakes de pêssegos e chantilly

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Tem um posto de gasolina aqui na cidade que eu adoro ir, por três motivos.
Primeiro, ele fica perto da casa do Sr. Namorado. Eu estou por lá toda semana pelo menos duas vezes, seja para visitar o Freddie ou para cochilar no horário do almoço do trabalho. Então, o posto acaba sendo no caminho de volta para o meu trabalho, e é o que nos leva ao segundo motivo.
Segundo, é que lá vende a melhor paleta do Distrito Federal: da Vai Bem. Eles têm as mais cremosas e com mais sabor que eu já provei – e garanto que já provei centenas, minha pança agradece. Minhas favoritas, pois sou gordinha total e quanto mais doce melhor, são de Oreo e de Doce de Leite. Mas ultimamente parei de consumi-las em dieta, especialmente depois que descobri que a de Doce de Leite tem nada mais, nada menos que 570 kcal. É quase um almoço.

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Mas o terceiro e mais importante motivo é o atendente da loja de conveniência. O cara é provavelmente o trabalhador mais feliz e animado que eu já vi.
Ele cumprimenta todos que entram na loja, não importa o que ele esteja fazendo. Sempre com uma voz empolgada, “olá, boa tarde! Seja bem vindo!”. Se ele não estiver já conversando com algum cliente, ele vai engatar algum papo ameno com você sobre o que você foi fazer lá. No meu caso, ele já tentou me convencer várias vezes a levar outro sabor de paleta do Vai Bem e eu sempre prometo que “fica pra próxima”, e levo o de Oreo.
Quando você se aproxima do caixa para pagar, ele pede seu cartão com “por favor” e tem o cuidado de ler seu nome, para então falar “sua senha, por favor, Juliana”. De uma maneira informal que eu aposto que ele usa comigo pela minha idade. Já vi ele tratando uma senhora como “Senhora Fulana”, usando o sobrenome. Com respeito, mas sempre com alegria.
Depois de pagar, você diz “obrigado” e ele vai te responder com um sorriso enorme e um extenso desejo para que seu dia seja ótimo: “Obrigada por vir, tenha um ótimo dia, Juliana!”, ao qual ele emenda um “e um excelente fim de semana” se for uma sexta-feira.

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Da primeira vez que eu fui lá e tive esse tratamento, juro que fiquei assustada. E depois fiquei pensando o porquê do susto. Nos assustamos porque esse não é o normal nas lojas hoje em dia. Um atendimento tão cordial, alegre e respeitoso assim é raro de encontrar nesse combo.
Não coloco a culpa nos funcionários de lojas, porque já trabalhei em comércio – locadora, pra ser exata – e eu sei que não dá pra manter esse INFALÍVEL HUMOR o dia todo. Mas quando a gente se esforça, temos retorno. Pode não ser daquele cliente, mas será do universo com essas energias positivas que colocamos no ar.
Pessoalmente, volto àquele posto sempre que dá, mesmo que não seja em busca de paletas. Quero prestigiar aquele cara.

Cupcakes de pêssegos e chantilly
Rende: 12 cupcakes

113g de manteiga
2/3 xícara de açúcar
3 ovos
1 colher de chá de extrato de baunilha
1 1/2 xícara de farinha
1 1/2 colher de chá de fermento
uma pitadinha de sal
1/4 xícara + 1 colher de sopa de iogurte grego
3/4 xícara (150g) de pêssegos picados

Chantilly
1/2 xícara de creme de leite fresco
3 colheres de sopa de açúcar impalpável

1 – Ligue seu forno em 180˚C. Peneire a farinha, o fermento e o sal juntos e reserve.
2 – Bata a manteiga e o açúcar por uns três minutos, até obter um creme fofo e pálido. Acrescente os ovos, um a um, batendo bem após cada adição. Por último, acrescente a baunilha e bata novamente.
3 – Alterne a adição dos ingredientes secos e do iogurte, terminando com os secos. Bata somente até incorporar toda a farinha, é suficiente assim!
4 – Adicione os pêssegos picados, evitando o líquido que eles soltam. Misture com uma espátula delicadamente, para envolver os pêssegos na massa.
5 – Divida a massa entre as forminhas e leve para assar por 20 minutos, ou até que um palito inserido no centro de cada cupcake saia limpo.
6 – Para a cobertura, você só precisa bater o creme de leite fresco com o açúcar impalpável até chegar à consistência necessária para confeitar. Cuidado para não bater demais e transformar em manteiga! Decore com um bico bem bonito e coloque uma fatia fresca de pêssego em cima antes de servir.

O chantilly não é muito estável, mas fica delicioso com esse cupcake. Como tem fruta fresca na massa, ele deve ficar na geladeira até a hora de servir, então não tem problema colocar chantilly já que é uma cobertura que também tem que ficar refrigerada. No entanto, recomendo só colocar o chantilly na hora de servir, que é quando ele está excelente!

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Já tiveram um atendimento bom assim? Onde? Como foi?

sábado, 09 de abril de 2016

O que eu vi por aí – Links legais

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– Outro dia inventei de fazer queijo caseiro, pra ser mais específica creamcheese. E depois que você termina, a sobra é um líquido esquisito que você não faz ideia de pra que serve e já cogita jogar fora. Era o que eu ia fazer, até ir pesquisar e ver que aquilo nada mais é que whey: sim, aquela proteína de marombeiros. E que dá pra fazer um monte de coisa com isso. Acabei fazendo um bolo com whey, ao invés de leite, que vai pro blog em breve!

– Achei outras receitinhas maravilhosas de extratos caseiros para fazer em casa também e já comecei o meu extrato de café! Meu sonho era ter espaço para ter extratos de todos os sabores: limão, laranja, café, chocolate, baunilha…

Extrato de menta do Learning and Yearning
– Sabem que eu nunca tinha assistido o programa da Bela Gil? Só as cenas mais divertidas, que geraram os memes da internet. Mas estava zapeando pelo Youtube e vi essa receita de nega maluca e achei duas coisas. Primeiro que não entendo a chatice das pessoas com a Bela Gil, porque se você não gosta de coisas naturebas, tem uma gama gigantesca de outros programas “normais” pra você assistir, então deixa quem curte ver a mulher fazer o bolo com óleo de coco, farinha de arroz e linhaça. Ora. E segundo é O QUE É ESSA FILHA FOFA EM NÍVEIS ESTRATOSFÉRICOS DA BELA GIL?

Juliana Morgado

Sou uma jornalista com mais paixões do que o tempo me permite cultivar. Descobri na cozinha meu paraíso, meu refúgio depois de um dia cansativo ou estressante. É quase um vício, realmente. Não apenas cupcakes, mas qualquer coisa que eu ache interessante, desafiante ou divertido de fazer. Apesar do nome do blog, não é só de cupcakes que eu vivo. Amo fazer risotos, de todos os sabores, e simplesmente amo qualquer receita que envolva qualquer tipo de queijo.

A história do Cupcakeando

Não sei bem quando ou porquê eu comecei a me interessar por cozinhar. A lembrança mais antiga que tenho é de minha mãe me puxando para a cozinha, para me ensinar a fazer arroz branco, comum, e o molho de macarrão com tomates frescos que só ela sabe temperar.
Tudo que eu sei de cozinha aprendi de um jeito: prática. Minhas receitas são criadas da minha cabeça e implementadas dos meus testes ou então milimetricamente medidas de fontes confiáveis.
Tenho uma verdadeira paixão por cupcakes, pois acho que eles reúnem o que há de melhor na cozinha: manteiga, açúcar, fofurice, capricho e criatividade. Tudo na medida certa para uma pessoa saborear. Gosto de tentar coisas novas com esses pequenos e descobrir jeitos diferentes de decorá-los. Quando não estou fazendo nada, começo a pesquisar e estudar receitas, teorias e decorações de cupcakes. É, isso mesmo, estudar.
O blog também é uma maneira de praticar minha segunda paixão: fotografia. Sou daquelas que, enquanto passeia pelo parque, começa a achar ângulos de fotos que ficariam maravilhosas. Assim como eu estudo gastronomia e culinária, sento para ler sites e livros enormes sobre fotografia.

O gerúndio

Não fale mal dele antes de conhecê-lo melhor. Já ouvi por aí dizerem que jornalista jamais, sob nenhuma circunstância, pode usar o gerúndio. A justificativa fez sentido: “você usa o gerúndio quando não quer dar nenhuma previsão de término para sua a ação”, o que, no jornalismo, é basicamente como deixar o leitor esperando para sempre por aquela obra sanitária que o governo prometeu.
Mas foi exatamente a mesma explicação que me convenceu a usar o gerúndio para o nome do blog: eu não tenho previsão de fim para minha produção de cupcakes, jamais pretendo parar de fazê-los ou de cozinhar em geral. Se não tiver mais encomendas, será para amigos. Se meus amigos enjoarem, será para minha família. Quando minha família me dizer “CHEGA”, será para mim mesma (e talvez meu corgi. Eu tinha uma husky siberiana linda, que infelizmente se foi, mas vai estar sempre na minha memória). Porque é o que eu amo fazer e o que me deixa feliz.

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